quarta-feira, janeiro 30, 2013

[Livro] Percy Jackson e o ladrão de Raios


Ihhh tem gente nova na área. Eu sou a Talita, mais podem me chamar de Ta e fui convidada pela Bruna, para participar do blog, então vamos ver como eu me saio com as resenhas. E para começar com o pé direito, eu com a ajuda da Bruna é claro, escolhemos Percy Jackson e o Ladrão de Raios do Rick Riordan para essa estréia.

Mais porque Percy Jackson? Bom primeiro, porque já temos o primeiro filme da saga lançado e podemos fazer pequenas comparações, segundo porque Mar de Monstros está para ser lançado, e Percy Jackson é uma daquelas séries que você lê e se apaixona logo de primeira, pois têm personagens cativantes a estória é bem elaborada e possui elementos místicos. Logo no resumo autor já deixa claro a que veio.

Os deuses do Olimpo continuam vivos, ainda se apaixonam por mortais e geram filhos metade deuses, metade humanos, como os heróis da Grécia antiga. Marcados pelo destino, eles dificilmente passam da adolescência. Poucos conseguem descobrir sua identidade. O garoto-problema Percy Jackson é um deles. Tem experiências estranhas em que deuses e monstros mitológicos parecem saltar das páginas dos livros direto para a sua vida. Pior que isso: algumas dessas criaturas estão bastante irritadas. Um artefato precioso foi roubado do Monte Olimpo e Percy é o principal suspeito. Para restaurar a paz, ele e seus amigos - jovens heróis modernos -terão de fazer mais do que capturar o verdadeiro ladrão: precisam elucidar uma traição mais ameaçadora que a fúria dos deuses.

            Apesar desse primeiro contato com Percy, temos que lembrar que o livro é narrado em primeira pessoa e às vezes temos a sensação de estar perdendo alguma coisa, pois ele já começa assim:

“Olhe, eu não queria ser um meio-sangue.
Se você está lendo isto porque acha que pode ser um, meu conselho é o seguinte: feche este livro agora mesmo. Acredite em qualquer mentira que sua mãe ou seu pai lhe contou sobre seu nascimento, e tente levar uma vida normal.
Ser meio-sangue é perigoso. É assustador. Na maioria das vezes, acaba com a gente de um jeito penoso e detestável.
Se você é uma criança normal, que está lendo isto porque acha que é ficção, ótimo. Continue lendo. Eu o invejo por ser capaz de acreditar que nada disso aconteceu. Mas, se você se reconhecer nestas páginas – se sentir alguma coisa emocionante lá dentro –, pare de ler imediatamente. Você pode ser um de nós. E, uma vez que fica sabendo disso, é apenas uma questão de tempo antes que eles também sintam isso, e venham atrás de você.
Não diga que eu não avisei.”
Riordan, Rick O ladrão de Raios, pag.09

É essa a primeira visão que temos do universo de Rick. O lugar é perigoso, monstros te perseguem e você é um meio sangue. Mais, e para aqueles que viram primeiro o filme, como foi o meu caso, como esse mundo nos foi apresentado? Ele não foi. O Percy aparentemente é anormal, pois adora ficar submerso em uma piscina sendo monitorado pelo seu amigo Grover. Bom a minha primeira reação ao termino do filme foi querer ler o livro desesperadamente. E após a leitura comecei a observar algumas diferenças:
- Primeiro no livro o Percy está em um internato e no filme em uma escola pública, podendo ir e vir.
- Também temos a diferença da caracterização dos personagens, por exemplo, a Annabeth, no livro loira e no filme morena,  mas o caso mais gritante na minha visão foi a Perséfone no Hades em pleno verão.

No entanto há quem diga que a falta das profecias e nem a menção de Thalia são casos preocupantes. Porém, com todas essas diferenças, a essência está lá, a busca de Percy pela sua mãe o conflito com os deuses, tudo. Mais o nosso foco aqui é o livro vamos voltar para ele. A cada capítulo Percy começa a compreender o que significa ser um semi – deus e no seu caso o filho de Poseidon, e sua importância dentro de toda a trama de Cronos contra os Deuses Olimpianos.

O Trio  


          

O que chama a atenção é o trio principal: Percy, Annabeth  e Grover, temperamentos completamente diferentes mas que a cada enigma você percebe a química entre eles , e o fato de lembrar o trio de Harry Potter. Na minha opinião o autor foi feliz em criar esse trio, pois ele funciona, já que não consigo ver o Percy indo para fora do Acampamento sem ajuda, já que convenhamos, ao longo dos capítulos é ela, Annabeth que vai dando as dicas para onde que o Percy deve seguir, pois ficou mais tempo em treinamento.

O Acampamento

Bom... já falamos das diferenças e do trio, para encerrar, vamos conhecer um pouquinho do acampamento meio sangue. Abaixo podemos ver um mapa do local e termos uma pequena idéia do local:
É nesse local, que ocorrem todos os treinamentos, onde profecias são feitas e missões liberadas. Praticamente todo semi-deus se conhece no Acampamento meio – sangue, exceto os que são famosos.  Nessa terra os jovens estão seguros, até que se prove o contrário, mesmo esse local sendo totalmente seguro eles podem sair, se quiserem e depois retornar para mais um ano de treinamento:

“– Cuide-se, Cabeça de Alga – disse Annabeth. – Mantenha os olhos abertos.
– Você também, Sabidinha. Fiquei olhando enquanto ela subia a colina para se juntar à família. Ela deu um abraço meio sem jeito no pai e olhou para o vale atrás dela uma última vez. Tocou o pinheiro de Thalia e então se deixou levar por cima do cume e para dentro do mundo mortal. Pela primeira vez no acampamento, me senti verdadeiramente só. Olhei para o estreito de Long Island e me lembrei do meu pai dizendo: O mar não gosta de ser contido. Tomei minha decisão. Fiquei pensando: se Poseidon estivesse vendo, ele aprovaria a minha escolha?
– Estarei de volta no próximo verão – prometi a ele. – Sobreviverei até lá. Afinal, eu sou seu filho.
Pedi a Argos para me levar até o chalé 3, para eu arrumar as minhas coisas antes de ir para casa.” Riordan, Rick O ladrão de Raios, pag.385

Com essa deixa, ficamos com um gostinho de quero mais. E eu fico por aqui. Ficou curioso para saber o que acontece dentro desse acampamento? Ou conhecer um pouquinho mais de mitologia? Percy Jackson o aguarda, na primeira aventura da séries dos Olimpianos.




quarta-feira, janeiro 23, 2013

[Livro] O Inferno de Gabriel



Olá pessoal, meu nome é Milla e no meu post de estréia aqui no blog, irei falar sobre o livro O Inferno de Gabriel, escrito por Sylvain Reynard. Espero que gostem! Confiram a sinopse: 




“Enigmático e sexy, o Professor Gabriel Emerson é um especialista muito respeitado em Dante, mas à noite ele se dedica a uma vida desinibida na busca do prazer. Ele usa sua notória boa aparência e charme sofisticado para satisfazer seus caprichos, mas secretamente ele é um homem atormentado por seu passado sombrio, consumido pela crença profunda de que ele está além de toda esperança e redenção. Quando a doce e inocente Julia Mitchell se matricula como aluna de pós-graduação, a sua misteriosa atração por ela não só põe em risco sua carreira, mas o enviará a uma jornada em que o seu passado e seu presente colidem. Uma exploração intrigante e pecadora da sedução, amor proibido e redenção, “O Inferno de Gabriel” é uma história cativante e loucamente apaixonante, sobre como um homem consegue fugir de seu próprio inferno pessoal, enquanto ele tenta ganhar o impossível.”

Vou começar dizendo que guiada pelos comentários de algumas pessoas e a leitura da sinopse, eu esperava uma história diferente, algo mais “hot” por assim dizer. 

Mas tudo bem, a gente segue com uma narrativa na terceira pessoa, com o foco nos personagens Gabriel e Julianne e a luta contra seus próprios demônios do passado. Depois de tanto tempo lendo livros em primeira pessoa, ler “O Inferno de Gabriel” foi um tanto desafiador. Obviamente há seus lados bons, como a “flutuação” entre os personagens, uma visão geral do que acontece não estando focado apenas na cabeça de alguém, que pode não ser tão agradável assim... E a autora faz isso muito bem, passando entre os personagens principais e até mesmo entre os secundários. Entretanto eu senti falta da proximidade que uma leitura em primeira pessoa me traz.

Como mencionei, esperava algo diferente, e talvez por isso tenha me decepcionado um pouco. 

A história traz algumas coisas interessantes, como os passados conturbados dos personagens principais, e a própria história que os dois dividiram alguns anos atrás. Os próprios conseguem ter muitas características relacionáveis, o que torna a leitura mais envolvente, a meu ver. Essa mistura de romance com dramas pesados, por assim dizer, me agradam. 

Há também muitas menções e referências literárias, como Os Miseráveis, Tess D’Urberville, entre outros. Destaco também e obviamente Dante Alighieri e suas obras, que foram lindamente incorporadas no enredo, não apenas como referência, mas com os próprios personagens. Julia, a Beatrice de Gabriel, sua musa inspiradora. Gabriel, seu Dante. *suspira*

O grande problema pra mim foi a irregularidade. Eu senti uns pontos mortos durante a leitura, onde apesar dos personagens, nada de realmente fascinante acontecia. Durante as páginas iniciais, cheguei a pensar que o livro fosse engatar. Mas então, logo depois, vinha uma sequência de páginas que fazia você querer devorar o livro de uma vez só. 

E nossa, somos torturadas por bom tempo até que o casal “finalmente chega aos finalmentes”. Juro que pensei que ia ficar pro próximo livro.

E por favor, não me matem, eu imploro, porém foi impossível não fazer uma comparaçãozinha do relacionamento dos personagens e até mesmo de suas histórias pessoais com Cinquenta Tons de Cinza (E.L. James) e Toda Sua (Sylvia Day).

Achei que o final do livro foi bom, porém não me encorajou muito a ler o segundo, intitulado “O Julgamento de Gabriel”. Senti que “O Inferno de Gabriel” foi suficiente.

Nota: 3.5/5

sexta-feira, janeiro 04, 2013

[Filme] Maria Antonieta

Oi,pessoal!
Primeiro post do ano!
Falarei sobre um filme que vi esses dias e achei bom,apesar de meu parado.
É Maria Antonieta, direção de Sofia Coppola.
Mas antes,um pouco de História
A jovem austríaca Marina Antônia foi prometida ao príncipe da França, Luís Augusto. Tinha 14 anos na época e viajou  até Paris para se casar e se tornar Princesa da França, e assim sendo chamada de Maria Antonieta.
Quando o rei morre, ela e seu marido se tornam reis da França, selando a aliança entre os dois países. Ele se torna Luís XVI e ela, Maria Antonieta, a rainha da França.
No começo, o agora rei a rejeitava por ela ser austríaca e os dois países serem inimigos. Sofrendo a pressão da família, ela tenta de tudo para seduzí-lo e gerar um herdeiro. Um bom tempo depois,o casamento é consumado e mais um tempo depois eles tem uma filha chamda Maria Theresa.
Na verdade,vê-se que eles não eram exatamente más pessoas. Claro, povo fora de Versalhes sofria de fome e de fato Maria gastava MUITO em jogos,festas e roupas,sapatos, e isso preocupada seu marido e os ministros. Todo esse gasto era resultado da frustração por não consumsar o casamento,não gerar um herdeiro para o trono francês e ser um tanto impopular na corte.
Ah,Versalhes é um personagem a parte. Palácio belíssimo,em  estilo barroco,cheio de luxo e um jardim que se expande além do horizonte.
Vemos uma garota que sai do seu país para se casar com um estranho rapaz,embora agradável e se vê diante de uma conduta diferetne a corte a que pertencia. Acho que qualquer uma ficaria meio assustada,mesmo sabendo que tudo foi combinado,que um dia iria pra outro país,etc.

É um bom filme, bom roteiro,fotografia,figurino,direlção e produção.
Nota: 3.5/5