quinta-feira, fevereiro 27, 2014

[Livro] Trilogia Brasil

Olá neblineiros!

Meu ultimo post foi a um tempinho, e para compensar o sumiço vou trazer a resenha da Trilogia Brasil do Laurentino Gomes.  Lembrando que não é preciso gostar de história para ler.


1808 - Como uma rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a História de Portugal e do Brasil 

Sinopse: A fuga da família real portuguesa para o Rio de Janeiro ocorreu num dos momentos mais apaixonantes e revolucionários do Brasil, de Portugal e do mundo. Guerras napoleônicas, revoluções republicanas, escravidão formaram o caldo no qual se deu a mudança da corte portuguesa e sua instalação no Brasil. 

Não jogue fora o que aprendeu nas aulas de história. Afinal, muitos nomes vão aparecer aqui. Eu gostei bastante, porque algumas coisas que aparecem, como por exemplo, quando Carlota Joaquina saiu do país tirar o sapato e dizer..."Desta terra eu não levo nem o pó". O livro é bem legal, já que narra acontecimentos antes da invasão Napoleônica a Portugal, e acontecimentos durantes e  após a partida da família real a Portugal. Como eu li esse livro a um tempão atrás (2008) alguns detalhes realmente fogem a minha memória. Com isso vamos entrar no segundo volume dessa trilogia.


1822 - Como um homem sábio, uma princesa triste e um escocês louco por dinheiro ajudaram D.Pedro a criar o Brasil - um pais que tinha tudo para dar errado

Sinopse: Um livro que desvenda os acontecimentos históricos com uma metodologia sem falhar e que se lê com um sorriso nos lábios. O livro 1822 pretende mostrar que país era este que a corte de D. João deixava para trás ao retornar a Lisboa, em 1821. Vai falar do Grito do Ipiranga, das enormes dificuldades do Primeiro Reinado, da abdicação de D. Pedro, em 1831, sua volta a Portugal para enfrentar o irmão, D. Miguel, que havia usurpado o trono, e a morte em 1834.

Algumas passagens que aparecem no livro eu já tinha escutado do professor de história no cursinho (2008), como por exemplo o caso do grito do Ipiranga não ser como foi pintado por Pedro Americo, e segundo o autor antes de Gritar a independência, nosso caro Dom Pedro I passou muito mal do estomago depois de visitar a Marquesa de Santos. 
Seguindo a mesma linha de raciocínio de 1808 vamos para o mais recente e ultimo livro dessa trilogia.

1889 - Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injustiçado contribuíram para o fim da Monarquia e a Proclamação da República no Brasil

Sinopse: A obra trata da Proclamação da República e fecha uma trilogia iniciada com '1808', sobre a fuga da corte portuguesa de Dom João para Rio de Janeiro, e continuada com '1822', sobre a Independência do Brasil. Com 24 capítulos ilustrados, '1889' busca contribuir para a compreensão de um dos períodos mais controversos da história do país, em um relato que procura explicar não só os acontecimentos que levaram à queda da monarquia, em 1889, mas também outros episódios da história brasileira como a Guerra do Paraguai e o movimento abolicionista.

Eu gostei desse livro, porque não me lembro muito da Proclamação da República no colégio ou no cursinho, o próprio autor diz que ela é esquecida por falta da participação popular na época da proclamação. 

Um fato importante da história e que talvez muitos de vocês não saibam (eu por exemplo não sabia) é que em 1993 ( 104 anos depois da Proclamação da Republica) o povo foi consultado para saber se o pais seria uma Republica, Monarquia, Parlamentarista ou Presidencialista, e é claro venceu a República. 

Acabamos a conhecendo um outro lado da Proclamação, assim como as verdadeiras personagens por traz de tudo e não apenas Deodoro da Fonseca.  Algumas rebeliões e muito sangue derramado ocorreu nesse período. 

Bom, os três livros são praticamente uma aula de história, reforçada por grandes historiadores, em caso de dúvidas é só recorrer a internet, e eu fiz isso algumas vezes. Para entender o nosso futuro, é ideal entendermos o nosso passado.

Até mais.

domingo, fevereiro 23, 2014

Personagem da semana: Rose Hathaway

Olá pessoal! Hoje vamos estrear uma coluna nova aqui no Livro e Neblina: Personagem da Semana. E, aproveitando que a autora do mês é a Richelle Mead, vamos falar de uma de suas protagonistas, Rose Hathaway. Confira:


Ficha técnica
Nome: Rosemarie Hathaway
Livro: Série Academia de Vampiros
Autor: Richelle Mead
Espécie: Dampira
Idade: 17 (O Beijo das Sombras - VA#1)
Ocupação: Aprendiz de guardiã
Qualidade na história: Narradora / Personagem principal
Atriz escolhida para adaptação cinematográfica: Zoey Deutch

Personalidade
Rose Hathaway se apresenta ao público no primeiro livro da série Academia de Vampiros, "O Beijo das Sombras". Com seus 17 anos, Rose começa como "alguém correspondente a sua idade", pensando em festas, garotos e outras coisas. Além disso, a personagem é impulsiva e extremamente sarcástica. Entretanto Hathaway é extremamente leal, principalmente para com sua melhor amiga Moroi, Lissa Dragomir. Ela também é vulnerável, embora faça inúmeras piadinhas antes de admitir isso. Ela é bastante segura de si e por vezes, pode passar como arrogante e convencida, apesar de em qualquer caso, saber trabalhar isso a seu favor.

“Malcriada e desrespeitosa? – interrompi. – Quem é você, afinal? Algum tipo de ajuda terceirizada?”

Breve história
Rose é uma dampira, ou seja, metade humana, metade vampira, que foi entregue pela mãe (uma famosa guardiã dos Moroi) para ser criada pela St. Vladimir. Neste local, Rose aprenderá a ser uma guardiã e de acordo com seus planos, irá se formar e proteger sua melhor amiga desde o jardim de infância, Lissa Dragomir. As duas possuem um laço especial: após um acidente de carro, Rose é capaz de saber os sentimentos de Lissa e até entrar em sua mente. Isso a torna praticamente ideal para ser guardiã da Moroi. Entretanto, uma série de acontecimentos bizarros faz com que as duas se refugiem no mundo dos humanos e deixem a St. Vladimir para trás. A festa não dura muito tempo, e logo as amigas são arrastadas de volta para a Academia, onde ambas continuam, ou pelo menos tentam, continuar sua educação. Os acontecimentos bizarros? Ah, eles só pioraram.

"...Se eu ia morrer, ia ser no estilo Rose..."

Escolha do personagem
Bom, escolhi a Rose para começar a coluna por motivos de amor à Vampire Academy e, obviamente, à personagem. A dampira começa na série de maneira bem segura de si (segura até demais), impulsiva e sim, um tanto imatura (o que é claro nos primeiros momentos). Contudo, conforme a história progride, a espevitada e impulsiva Rose, uma adolescente de 17 anos, que pensa muito em festas e meninos, começa a se transformar. Ela não perde o seu delicioso sarcasmo, mas seu lado vulnerável vai se mostrando cada vez maior, mesmo que "ela não desça do salto". E mais, ela começa a compreender mais sobre seu dever (ser uma guardiã) com a ajuda de seu instrutor, Dimitri Belikov.

Simplesmente adorei o jeito que Richelle provoca certas mudanças na personagem, sem forçá-las. Rose é um sopro de ar fresco para uma era onde uma grande parte das protagonistas são bestinhas, sem sal, inseguras ou dependentes de outro personagem. Rose é uma lutadora e sempre se apresenta como tal, por mais louca que pareça. Seus comentários espertinhos conseguem balancear os momentos mais tensos da história, sem que estes percam sua importância e poder sobre o leitor.

"Se você tocar em mim, eu irei te dar a oportunidade de ver se você consegue curar você mesmo. Então nós veremos o quão foda você realmente é."


E vocês? O que acham da Rose?

quarta-feira, fevereiro 19, 2014

Losing It

Hoje vim aqui para falar de"Losing It" da autora Cora Carmack. Confira:


"Virgindade. Bliss Edwards está prestes a se formar na faculdade e ainda tem a dela. Doente de ser a única virgem entre os seus amigos, ela decide que a melhor maneira de lidar com o problema é perdê-la o mais rápido e simples possível - um caso de uma noite. Mas seu plano acaba por ser nada simples quando ela enlouquece e deixa um cara lindo sozinho e nu em sua cama com uma desculpa de que ninguém com metade de um cérebro acreditaria. E, como se isso não fosse bastante embaraçoso, quando ela chega para sua primeira aula do último semestre de sua faculdade, ela reconhece seu professor de teatro novo. Aquele que ela deixou nu em sua cama cerca de 8 horas antes."


Este era um livro eu não tinha grandes expectativas. Achei apenas que seria normal, sem nada demais. Todavia ele conseguiu me "surpreender".


O enredo da história é lembra livro "Métrica" em alguns aspectos e o fato de ser um professor e uma aluna já te dá grandes dicas sobre como o relacionamento dos dois vai ser. E muitas coisas você consegue acertar sem ler mesmo, entretanto tenho que dar parabéns a pequenas escolhas que a autora fez, que fizeram eu adorar a história.

Primeiro de tudo: sem passados dramáticos. Apesar de eu ser uma sucker por drama, como já mencionei antes, foi um sopro de ar fresco ler Losing It. Sem mortes, sem traumas no passado, apenas duas pessoas que se encontraram e se envolveram numa situação complicada e agora tem um pequeno drama no presente.

Segundo: sem triângulos amorosos. Uma parte do livro até te dá uma indicação que isso pode acontecer e realmente quase acontece. Apesar disso, a opção é graciosamente destacada. Mais um sopro de ar fresco no rosto.

Terceiro: o final. Finais sempre são importantes. É o ultimo momento que você se conecta com o leitor, última chance de provocar alguma coisa nele. Não estou dizendo que foi um final genial e fora do comum, mas novamente, foi um sopro de ar fresco. Apesar de certa forma cair no final esperado, as escolhas da autora, de não entregar tudo e manter, não um suspense, mas deixar o final do jeito que ela deixou... bom, foi um final encantador.

Quarto: Tudo bem que estamos todos cansados de protagonistas virgens desde a onde de 50 Tons. Entretanto Losing it não trouxe isso da mesma maneira, mas de forma engraçada e não tão forçada, talvez.

O livro é bem divertido, seja por conta dos personagens principais ou dos secundários. A história é cativante e é um daqueles romances que podem te deixar meio deprimidos se você for solteira. A história se desenvolve num ritmo bom, sem ser devagar demais ou forçada demais. Aquelas coisas que apenas parecem certas, sabem?

Fato importantíssimo a se destacar: o protagonista é britânico. Só daí o sucesso do livro era meio caminho andado, certo?

Brincadeiras a parte, Losing it é um livro leve, divertido e bem romântico, com uma leitura rápida e envolvente. Mais que indicado!

Obs: Essa história é uma série e simplesmente não tenho vontade de continuar a ler, pois sinto que não gostarei tanto assim rs.
 
 Nota: 4.0/5.0

segunda-feira, fevereiro 17, 2014

Resenha: Unsaid Things...Nossa História - McFly

"Os shows na América do Sul são incríveis. Tão intenso e apaixonado como os fãs. Não tem uma alma que não está chorando ou gritando. É como um mundo completamente diferente. Não há segurança na multidão na maioria dos locais dos shows da América do Sul, então eles estão cheio de fãs incondicionais, crianças voando por todo o lugar e o barulho é implacável.Adicione a isso o fato de que não vamos para lá com muita frequência, e tudo leva para a mais incrível atmosfera que você pode esperar durante um show.Não há lugar no mundo onde a experiência de um show do McFly é sequer semelhante."



"Diferentes países têm diferentes fãs. No Japão, por exemplo, nós sempre os achamos persistentes,
mas super educados. Quando nós saímos em uma ocasião, nós dissemos adeus a um grupo de
garotas que estavam do lado de fora de nosso hotel, e elas explodiram em lagrimas. No Brasil, no entanto, nós descobrimos um tipo totalmente novo de fãs. Apaixonado, no mínimo."

E com esses quotes lá se vai toda a sanidade de qualquer fã que esteja lendo isso e que ainda não leu a autobiografia lançada pela Banda.

Sim, hoje eu vim aqui resenhar uma biografia de uma banda. Por que?
Bem, todos os livros merecem ser lidos. Nunca fui de dar atenção a biografias, sempre as achei chatas e pouco realistas, mas dessa vez eu tive que ler. E gostei, tanto que cá estou eu resenhando a mesma para vocês.

O livro tem um começo leve e que pode te dar a falsa impressão de ser uma compilação de histórias engraçadas de fatos ocorridos durante a trajetória da banda. Não pare por aí. Ele é mais, muito mais  que isso, para o bem dos fãs.  O livro é narrado através dos Pontos de Vista dos integrantes do Mcfly, o que o deixa mais leve de certa forma.

Em nenhum momento deixa de ser bem escrito e sério. Ele traz a essência de cada narrador em seu trecho, que aos poucos vai fazendo sentido e criando uma estrutura mais concreta de quem é cada um pouco mais aprofundadamente, para o leitor. O que é ótimo para qualquer fã.

A história aos poucos vai expondo também um pouco do que cada um passou durante a trajetória da banda, incluindo as crises e problemas pessoais, o que considerei bem interessante no livro, pois tira todo aquele ar, digamos assim, de estrelismo, uma vez que humaniza mais a história que está sendo narrada. Tudo passa a ser mais real quando nos é permitido conhecer o anti-herói e não ficamos presos a imagem que a mídia nos vende.

O livro é engraçado e faz qualquer fã relembrar fatos engraçados que só quem acompanha alguém no mundo da mídia consegue saber. Foi muito interessante também ler sobre as pequenas histórias por trás das letras das músicas que já conhecemos e ver que não erramos ao gostar delas, pois não são só palavras e cifras sem relação. A maioria das músicas tem alguma relação com algum membro, com algum fato da sua vida em devidos momentos que o livro nos traz.

É uma história de amizade também! Se torna claro e notável a forma como 4 pessoas diferentes se encontraram e de repente se tornaram amigos inseparáveis. De todas as histórias trazidas para os fãs dentro de Unsaid Things, com toda certeza essa é a mais bonita.

Termino a resenha deixando aqui um trecho de The Heart Never Lies que pelo menos pra mim tem todo o ar que o livro quis nos mostrar sobre a amizade desses quatro jovens malucos e talentosos.

"Another year over
And we're still together
It's not always easy
But I'm here forever"

Vale a pena para qualquer fã. 

quinta-feira, fevereiro 13, 2014

Autor do Mês - Richelle Mead

É com muita felicidade, que nós do Livro & Neblina (principalmente eu :x) apresentamos para vocês nossa autora do mês:

Richelle Mead

Nascimento: 12 de Novembro de 1976

Morte: -

Mini - biografia

Nasceu na cidade Michigan, Estados Unidos, como Scorpio Richelle Mead. A formação de Richelle é a seguinte: Bacharel em Estudos Gerais pela Universidade de Michigan, Mestrado em Comparação Religiosa pela Universidade Western Michigan, e um Mestrado em Ensino pela Universidade de Washington.

Ela chegou a dar aulas de Estudos Sociais e Inglês para a 8ª serie (ou 9º ano) em uma escola em Seattle, Entretanto, largou o cargo para escrever em tempo integral.


Obras

Livros

Série Vampire Academy (Academia de Vampiros)

O Beijo das Sombras (2007)
Aura Negra (2008)
Tocada pelas Sombras (2008)
Promessa de Sangue (2009)
 Laços do Espírito (2010)
BR: O Último Sacrifício (2010)

Série Bloodlines (Laços de Sangue) - Spin-off da série Academia de Vampiros)

Laços de Sangue (2011)
O Lírio Dourado (2012)
O Feitiço Azul (2013)
The Fiery Heart (2013)
Silver Shadows (2014)

Série Georgina Kincaid

A Canção do Súcubo (2007)
O Poder do Súcubo (2008)
O Sonho do Súcubo (2008)
O Calor do Súcubo (2009)
A Sombra do Súcubo (2010)
A Revelação do Súcubo (2011)

Série Dark Swan

Filha da Tempestade (2008)
Thorn Queen (2009)
Iron Crowned (2011)
Shadow Heir (2012)

Série Age of X

Gameboard of the Gods (2013)

Antologias

Brushstrokes - Dreams & Desires Vol.1 (Tradução Livre: Pinceladas - Sonhos e Desejos) (2007) (Personagens da série Georgina Kincaid)
City of Demons - Eternal Lover (Tradução Livre: Cidade dos Demônios - Amante Eterno) (2008) (Personagens da série Georgina Kincaid)
Blue Moon - Immortal - Love Stories with Bite (Lua Azul - Imortal - Histórias de Amor Eterno) (2008)
Sunshine - Kisses from Hell (Luz do Sol - Beijos Infernais) (2010) (Personagens da série Vampire Academy)
Something Borrowed (2013) (Personagem Sexto Doctor Who)



O primeiro filme da série Academia de Vampiros estreou no início de fevereiro no Estados Unidos e no Canadá. "O Beijo das Sombras" chega ao Brasil em 14 de março. Confira um dos vídeos de divulgação:


Fique ligado no L&N para resenhas da autora!

TAG - Vamos Responder?

Olá pessoas! Como estão nesse dia? Bom, vocês acompanharam aqui a TAG "Vamos Responder?" feita pela Talita e hoje eu, Milla, estarei colocando as minhas respostas. A idéia da TAG veio do blog Recanto da Mi.

1, 2, 3 e já (rs):

1. Nunca li - "Laços de Sangue" por Richelle Mead

Sydney estava encrencada. Em sua última missão, ela tinha ajudado a dampira Rose Hathaway a escapar da prisão, e essa aliança foi considerada uma traição grave, já que vampiros e dampiros são criaturas terríveis e antinaturais, ameaças àqueles que os alquimistas devem proteger - os humanos. Com sua lealdade colocada em questão, Sydney se sente obrigada a voluntariar-se para uma tarefa nada agradável - ajudar a esconder Jill Dragomir, uma princesa vampira que está sendo perseguida por rebeldes que querem o poder. Caso ela seja capturada e assassinada, a rainha Lissa ficará sem nenhum parente vivo e, como manda a lei, terá de abdicar do trono - o que culminará numa guerra civil tão sangrenta no mundo dos vampiros que certamente afetará a humanidade (apenas uma parte da sinopse).

Bom, a série Bloodlines é, na verdade, um spin-off da série "Academia de Vampiros", também da Richelle, que eu amo de amor, de paixão, de tudo. E eu não sei, parece que eu fiquei de ressaca quando terminei o último de "Academia de Vampiros"... eu não tenho nenhuma curiosidade de ler Bloodlines, mesmo. Eu nunca gostei muito do Adrian (me julguem) e se eu fosse ler seria por causa da Sydney, que eu achei um pouquinho sem sal. No próximo ano, entretanto, vou me forçar a encarar a serie. Quem sabe eu não mude de opinião.

2. Não Sinto Vontade de Ler - "Para Sempre Sua" por Sylvia Day ou qualquer outro livro que venha depois desse.

A partir do momento que conheci Gideon Cross, vi nele algo que precisava. Algo que não podia resistir. Eu vi a alma perigosa e danificada — muito parecida com a minha. Eu estava atraída por isso. Eu precisava dele, tanto quanto precisava que meu coração batesse. Ninguém sabe o quanto ele arriscou por mim. O quanto fui ameaçada, ou quão sombria e desesperada a sombra de nosso passado se tornaria. Entrelaçados por nossos segredos, nós tentamos desafiar as probabilidades. Nós fizemos nossas próprias regras e nos rendemos completamente ao poder requintado da posse…

Na verdade, esse é um livro que eu abandonei. Eu li o primeiro e segundo da série e já não estava muito satisfeita com a enrolação. Comecei a ler o terceiro e adivinhem só? Mais enrolação. Daí eu descobri que a autora vai transformar a trilogia numa série com CINCO, repito, CINCO, livros. Acho que não preciso comentar mais nada...

3. Todo mundo gosta menos eu - A lista é interminável... mas vamos de "Entre o Agora e o Nunca" por J. A. Redmerski.

Camryn Bennett é uma jovem de 20 anos que desistiu do amor desde que Ian, seu namorado, morreu num acidente de carro há um ano. Sua melhor amiga, Natalie, é a única capaz de animá-la. Mas a relação entre as duas fica abalada quando o namorado de Nat revela à Camryn que está apaixonado por ela. Perdida, sem saber o que fazer, Camryn vai para rodoviária e pega o primeiro ônibus interestadual, sem se importar com o destino.
Mas o que ela não esperava era conhecer Andrew Parrish, um jovem sedutor e misterioso, a caminho para visitar o pai, que está morrendo de câncer. Andrew se aproxima da companheira de viagem, primeiro para protegê-la, mas logo uma conexão irresistível se forma entre os dois.

Bom, esse livro é uma decepção literária daquelas FORTES. Como já falei através de uma resenha aqui no LeN, o livro é praticamente perfeito (se você não considerar um "absurdo" como decidir sair pelo mundo de ônibus e encontrar um cara e "fugir" com ele... alô? alguém já ouviu falar de serial killer, estupradores e coisas assim?) até chegar a um final completamente jogado, que parece ter sido feito corrido e cuspiu clichê pra todos os lados.

4. Ninguém lê, mas eu gosto - A lista é interminável [2]... mas vamos de trilogia "Delírio" por Lauren Oliver

Muito tempo atrás, não se sabia que o amor é a pior de todas as doenças. Uma vez instalado na corrente sanguínea, não há como contê-lo. Agora a realidade é outra. A ciência já é capaz de erradicá-lo, e o governo obriga que todos os cidadãos sejam curados ao completar dezoito anos. Lena Haloway está entre os jovens que esperam ansiosamente esse dia. Viver sem a doença é viver sem dor: sem arrebatamento, sem euforia, com tranquilidade e segurança. Depois de curada, ela será encaminhada pelo governo para uma faculdade e um marido lhe será designado. Ela nunca mais precisará se preocupar com o passado que assombra sua família. Lena tem plena confiança de que as imposições das autoridades, como a intervenção cirúrgica, o toque de recolher e as patrulhas-surpresa pela cidade, existem para proteger as pessoas. Faltando apenas algumas semanas para o tratamento, porém, o impensado acontece: Lena se apaixona. Os sintomas são bastante conhecidos, não há como se enganar — mas, depois de experimentá-los, ela ainda escolheria a cura? (resenha de "Delirium", o primeiro da série).

Tá aí uma série que a maioria não se interessa o suficiente pra ler, ou então quando lê não acha lá essas coisas, mas que eu sou EXTREMAMENTE APAIXONADA. Meu amor com a série foi primeira vista. Desde o momento que eu li a sinopse eu sabia que ia amar e não deu outra! É daquele tipo de amor que você fecha os olhos pra falhas e afins. Eu ainda tenho que ler o último, entretanto. Eu comecei a ler, mas apesar de saber ler em inglês, alguns livros são mais difíceis de manter a leitura. To esperando loucamente pra ser lançada aqui.

5. Tenho Vontade de Concluir- "Convergente" por Veronica Roth

Uma escolha irá te definir. E se todo o seu mundo fosse uma mentira? E se uma única revelação - assim como uma única escolha - mudasse tudo? E se o amor e a lealdade fizessem você fazer coisas que jamais esperaria? A conclusão explosiva para a trilogia Divergente, bestseller mais vendidos do New York Times, revela os segredos de um mundo distópico que cativou milhões de leitores em "Divergente" e "Insurgente"!

Eu amo essa série! E estou louco pra saber o que vem no final. Eu já comecei a ler e até agora estou adorando. Infelizmente, "o mundo real" toma muito tempo, então estou demorando. Mas o livro é bem dinâmico e estou bem curiosa.





6. Tenho Curiosidade de Ler- "Extraordinário" por R. J. Palacio
 
August Pullman, o Auggie, nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial, que lhe impôs diversas cirurgias e complicações médicas. Por isso ele nunca frequentou uma escola de verdade... até agora. Todo mundo sabe que é difícil ser um aluno novo, mais ainda quando se tem um rosto tão diferente. Prestes a começar o quinto ano em um colégio particular de Nova York, Auggie tem uma missão nada fácil pela frente: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros.
Narrado da perspectiva de Auggie e também de seus familiares e amigos, com momentos comoventes e outros descontraídos, Extraordinário consegue captar o impacto que um menino pode causar na vida e no comportamento de todos, família, amigos e comunidade - um impacto forte, comovente e, sem dúvida nenhuma, extraordinariamente positivo, que vai tocar todo tipo de leitor.


Pretendo ler em breve! Eu conheci esse livro pela internet, com um pessoal comentando. Daí um dia, estava eu andando pela Livraria Saraiva e acabei lendo as primeiras páginas. Fiquei completamente apaixonada e curiosa! Ele é o próximo da minha lista, então esperem por uma resenha.


7. Leria tudo de novo- Série "Academia de Vampiros" por Richelle Mead








Lissa Dragomir é uma adolescente especial, por várias razões: ela é a princesa de uma família real muito importante na sociedade de vampiros conhecidos como Moroi. Por causa desse status, Lissa atrai a amizade dos alunos Moroi mais populares na escola em que estuda, a São Vladimir. Sua melhor amiga, no entanto, não carrega consigo o mesmo prestígio: meio vampira, meio humana, Rose Hathaway é uma Dampira cuja missão é se tornar uma guardiã e proteger Lissa dos Strigoi - os poderosos vampiros que se corromperam e precisam do sangue Moroi para manter sua imortalidade.
Pressentindo que algo muito ruim vai acontecer com Lissa se continuarem na São Vladimir, Rose decide que elas devem fugir dali e viver escondidas entre os humanos. O risco de um ataque dos Strigoi é maior, mas elas passam dois anos assim, aparentemente a salvo, até finalmente serem capturadas e trazidas de volta pelos guardiões da escola. (parte da resenha do primeiro livro)


Bom, o que dizer sobre esse livro? Que eu indico ele toda hora e pra qualquer pessoa SEMPRE? Outro daqueles livros que eu fecho os olhos pra falhas e afins. Não consigo escolher qual eu gosto mais e COM CERTEZA eu os lerei novamente, principalmente com o filme (*o*) sendo lançado no ano que vem \o/. Sério, tudo é perfeito nesse livro. Os personagens, a história, como ela é desenvolvida, tudo *-* Quem ainda não leu, leia ontem!

Bom, é isso! Essa tag não tem indicação e qualquer um pode fazer \o/ Até a próxima :)



domingo, fevereiro 02, 2014

[Filme ]Assistindo: A menina que roubava LIvros

Olá neblineiro! E tem resenha fresquinha no blog hoje!

Eu não aguentei esperar a semana passar ou descobrir se o cinema ia estar cheio ou não... Eu decidi que esse final de semana ia ver o filme da "A menina que roubava livros".


Como sempre, se você quiser ler o livro antes, confira a resenha que eu fiz aqui, ou você pode ir encarar o filme sem medo. 

Mais, vamos deixar de papo e seguir logo com essa resenha.

SinopseDurante a Segunda Guerra Mundial, uma jovem garota chamada Liesel Meminger (Sophie Nélisse) sobrevive fora de Munique através dos livros que ela rouba. Ajudada por seu pai adotivo (Geoffrey Rush), ela aprende a ler e partilhar livros com seus amigos, incluindo um homem judeu (Ben Schnetzer) que vive na clandestinidade em sua casa. Enquanto não está lendo ou estudando, ela realiza algumas tarefas para a mãe (Emily Watson) e brinca com a amigo Rudy (Nico Liersch).

Vamos primeiro a minha opinião, simples e crua sem avaliar o filme. Ele está muito bom, para não dizer outra coisa e depois deixar vocês decepcionados. Eu gostei muito, afinal o livro é encantador e as atuações melhores ainda... mais agora vamos começar a destrinchar o filme, e pode conter spolers....

Primeiro, quem acham que a MORTE era uma mulher se enganou, é um homem... hauhsuahs apesar que tinham pessoas sentadas nas poltronas de trás achando que a MORTE era Deus sendo que a personagem lá para o final do filme se descreve com a foice e a capa. Sério que DEUS se veste assim?? Não né pessoal, vamos ficar atentos as pequenos detalhes.

Segundo, primeiro livro roubado...não foi igual ao livro, porque destoa com a cena seguinte, "Ela está toda suja", mais não deixou de ter a sua graça depois da entrada da personagem de Hans.

Como todo filme, os acontecimentos se passam muito rápido então chegamos ao dia da queima de livros, onde Liesel rouba o segundo livro. Nada de Hans pedir para ela no futuro guardar segredo.

Ah... antes que eu me esqueça totalmente deles. Os filhos dos Hubermann, foram cortados, mais isso ao longo do filme não fez TANTA diferença.

Não vou citar outros "por menores" que achei que não foram iguais ao livro.. E sim falar dos pontos fortes não é? 

Primeiro, não retiraram do filme o fato de Rudy se pintar de preto, para imitar Jesse Owens , corredor norte - americano que ganhou quatro medalhas de ouro nos 100 e 200 m rasos, no salto em distância e no revezamento 4x100 m. A melhor parte disso e eu não me recordo se tinha no livro, mais mesmo assim eu adorei, foi o pai dele explicando que ele NÃO podia se pintar de preto. Lembrando que Rudy vivia em uma Alemanha Nazista e super Racista. 

A relação de Liesel com Hans...tão fofa como no livro, assim como a amizade dela com a mulher do prefeito que no livro da a sensação de ser meio fria no filme deu outro conceito.

E sabe aquela cena que você le e espera que ela va do jeito que você imaginou para o filme? Eu tive uma cena assim, e não vou contar..rs... pois tem muito haver com o final.

E por fim...levem os lencinhos, porque sim...você vai chorar.... Só torça para não ter uma pessoa soluçando enlouquecidamente na poltrona de trás, e do nada falando de A Culpa é das Estrelas.. O.o Totalmente desnecessário, só espero que quando esse lançar eu não trombe com ela no cinema. rs

Tirando, alguns pontos negativos, vale sim MUITO apena ver o filme, porque ele vai te fazer refletir em alguns acontecimentos da humanidade e atitudes que tomamos no dia a dia. 

Espero que tenham gostado, e torço muito para que vocês corram ai cinema mais próximo para assistir " A menina que Roubava Livros".


Até mais.