segunda-feira, março 30, 2015

Book Trailer - A playlist de Hayden

Olá, neblineiros! 

como vocês estão? 

Já adianto para vocês que eu tenho 2 resenhas quentinhas que vão ser postadas em breve. Elas deveriam ter sido postadas semana passada, mas meu notebook quebrou e eu estava aguardando ansiosamente ele retornar!   


Hoje vim trazer para vocês o Book Trailer da obra A playlist de Hayden. 
Esse é mais um lançamento da editora Novo Conceito pra quem gosta de sick-lit.

Quando notei que o livro traz a história de alguém que se foi e ainda fala de Bullying eu fiquei completamente curiosa com a história. Gosto muito do assunto!



E vocês? se interessaram também??


Vocês terão a resenha de A Playlist de Hayden aqui no blog em breve!


Fiquem ligados no Livro & Neblina para mais novidades! 




quinta-feira, março 26, 2015

Resenha de Livro: O Cavaleiro de Bronze, Parte I: Leningrado

Hoje trago a vocês um livro de uma escritora russa, O Cavaleiro de Bronze. Ganhei-o ano passado de aniversário e levei quase um ano para ter coragem de lê-lo, pois o meu estado emocional nunca esteve compatível com a proposta dele. No entanto, antes das aulas recomeçarem, eu o iniciei, quase sem esperanças, e a minha surpresa foi ótima! 

Título Original: The Bronze Horseman
Autora: Paullina Simons
Editora: Novo Século
Páginas: 493
Ano: 2013
 

O Cavaleiro de Bronze, Livro I: Leningrado tem como plano de fundo a Segunda Gerra Mundial, assunto que sempre adorei estudar. Foi, com certeza, o grande motivo que me fez adorar a sinopse dele desde o começo. Adoro romances históricos, mas, infelizmente, leio muito poucos. Confesso que a sinopse que vem na contracapa me fez ansiar por outro tipo de romance entre os personagens. Nela está escrito que o amor impossível de Tatiana e Alexandre ameaça dividir a família Metanova (família de Tatiana). Na minha mente, o motivo da divisão da família era devido à política. Mas o livro nos apresenta outra história. 

Tatiana é a filha mais nova da família Metanova, juntamente com seu irmão gêmeo, Pasha. Ela é uma garota, aparentemente, comum e simplória. Além dos dois, há Dasha, 7 anos mais velha que os gêmeos. Bem no primeiro capítulo, a família ouve no rádio que Hitler invadiu a União Soviética (lembrando que a Rússia se formou depois da Segunda Guerra) e o governo insiste que seus cidadãos se convoquem para as trincheiras. Automaticamente, o pai de Tatiana toma uma decisão: quer que Pasha, seu único filho homem, vá para uma colônia de férias, bem longe de Leningrado, cidade na qual vivem. O garoto se vai, mas ninguém parece muito tranquilo. Apesar de tentarem se convencer de que a guerra iminente não está perto, todo mundo sabe que, a partir daquele dia, tudo mudará. 

Tatiana, a mando de seu pai, está indo ao mercado comprar suprimentos, quando avista um militar. Ele poderia ser qualquer um, mas é Alexander. Ao invés de ambos seguirem em frente com seus afazeres diários, ele cruza a rua e se socializa com Tatiana. Dá para ver que, no auge dos seus dezessete anos, Tatiana é uma personagem ainda bastante inocente, sem histórias românticas para contar. Então, é fácil vê-la sem graça perto de Alexander. Ele a acompanha até em casa e é quando a verdade aparece: Dasha e Alexander já se conhecem e é por ele que a garota está apaixonada. 
Querido Deus, Tatiana rezou na cama naquela noite, virando-se para a parede puxando o lençol branco e o fino cobertor marrom sobre sua cabeça. Se você está em algum lugar, por favor, me ensine a esconder o que eu nunca soube mostrar. 
É visível que uma paixonite frágil por Alexander se instala em Tatiana desde o começo. Ele é um homem atraente e de princípios. Desde o início, eu gostei muito dele. Alexander não é um garoto apaixonado, mas um homem com um passado que o assombra. Ele é alguém sério, o que combina perfeitamente com a posição militar dele. A relação dele com Tatiana é algo que vai se construindo aos poucos e é muito, muito convincente. O romance não é forçado, ou até mesmo inverossímil. Acreditei no amor deles a cada linha lida. Quanto mais a leitura avançava, mais eu ficava convencida de que, apesar das provações, eles se amavam. O amor deles não é abordado de forma extravagante, pelo contrário. Muito desse amor está nas entrelinhas, especialmente na preocupação recíproca. 
– Ela é minha irmã – Tatiana disse – Por que você não entende isso? Não partirei o coração de minha irmã.
Alexander deu um passo atrás e disse friamente:
– Oh, tudo bem, você já me disse. Haverá outros rapazes. Mas não outra irmã. 
A princípio, os efeitos da guerra se fazem muito ausentes. As primeiras semanas se passam quase sem muitos malefícios, à exceção da diminuição de comida nos mercados. Cada integrante da família tem gramas específicos de farinha, carne, pão etc. À medida que a guerra avança, os gramas vão se esvaindo, até que não dá mais para prover completamente a família Metanova. A fome, então, se instala constantemente. Tatiana é sempre a encarregada por trazer comida  ela é a única que se arrisca aos ataques aéreos e que sai de casa sem companhia. Alexander está sempre indo e vindo das trincheiras com seu amigo Dimitri, que nutre uma paixão explícita por Tatiana. 

A guerra, é claro, acaba levando integrantes da família Metanova. Algo interessante que pude constatar com as perdas é que a guerra afeta tanto Tatiana e seus familiares que ninguém tem tempo de lamentar e sofrer. O teor psicológico está embrenhado na trama a todo instante, mas de modo muito, muito sutil. 
Os dias corriam, e Tatiana percebia que era muito jovem para esconder bem o que ia no seu coração, mas velha o suficiente para saber que o seu coração estava em seus olhos. 
Esse livro me deu oportunidade de entender melhor a Segunda Guerra perante os olhos dos soviéticos. Na escola, há muita objetividade no conteúdo ensinado, de modo que nunca fiquei sabendo de detalhes, especialmente sobre o começo do avanço alemão em terras soviéticas. A escrita de Paullina é incrível e apaixonante. Em terceira pessoa, mas quase sempre acompanha Tatiana. Foi estranho me habituar às frases construídas de forma indireta, mas achei que essa forma apenas contribuiu à história, depois que já estava acostumada. 

A capa, como podem ver, é bastante explícita: revela a personagem principal e o horror da guerra. Na minha opinião, essa capa conseguiu capturar com exatidão todo o âmago da história. Apesar de o livro ter quase 500 páginas, eu o li de maneira muito fluída e rápida. Em momento algum tive vontade de largar a leitura, ou raiva de algum personagem. Todos são muito consistentes e bem construídos, mesmo Tatiana que, a princípio, era uma menina boba. Ao final, senti que a personagem era outra pessoa. Não mais uma menina, mas uma mulher resistente e obstinada. O Cavaleiro de Bronze me surpreendeu e me admirou do começo ao fim. 
– Não vou abandonar você, Dasha. Não vamos deixar uma a outra. Não podemos ficar sozinhas. Você sabe que todos precisamos de outra pessoa. Uma outra pessoa nos lembra que ainda somos humanos, não animais. 
A continuação, O Cavaleiro de Bronze, Livro II: O Portão Dourado, já foi lançado no Brasil, novamente, pela Novo Século. Estou d-o-i-d-a para comprar o segundo! 

Love
Nina 

domingo, março 22, 2015

[Filme] Insurgente

Boa noite, gente!

Hoje tem mais uma resenha!

Depois de resenhar Fingindo, venho aqui lhes dizer o que achei de Insurgente.

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Um dos filmes mais esperados até agora. A adaptação do segundo livro da trilogia de Veronica Roth chegou aos cinemas dia 19 de março e os fãs foram assistir cheios de expectativa, eu entre estes.
Cheguei quase na hora de começar o filme, saí de casa atrasada D:
Mas enfim, consegui ver, e até que gostei do que vi.
Depois dos eventos de Divergente, era hora de Tris (Shailene Woodley), Quatro (Theo James), Caleb (Ansel Elgort) e os outros se refugiarem, pois a caça aos Divergentes continua.
Conhecemos novos lugares e novos personagens. Eles ficam uns tempos na sede da Amizade, liderada por Johanna (Octavia Spencer) e conhecem o abrigo dos sem-facção, e vemos um pouco mais do passado do Quatro.
Tris continua em busca de si mesma e litando contra seus demônios, ao mesmo tempo em que luta para proteger quem ama e impedir mais mortes. O Quatro tem um papel fundamental nessa jornada.

Falando como fã, eu gostei, mas algumas mudanças foram um tanto desnecessárias, bem como alguns efeitos especiais. Alguns acontecimentos ficaram diferentes do livro e certas coisas ficaram de fora, o que desagradou um pouco. mas não ficou de todo ruim, ao contrário. Como disse, gostei do filme, as atuações estão ótimas. o elenco evoluiu bastante de Divergente pra cá e só podemos esperar atuações ainda melhores em Convergente parte 1. O roteiro ficou um pouco a desejar, mas o filme nao deixou de ser bem dirigido.

Quem ainda não viu, vá ver.

[LIVRO] Fingindo - Cora Carmack - Editora Novo Conceito

Bom dia, neblineiros(s)!


Como sabem, nosso blog tem uma parceria com a editora Novo Conceito, e um dos livros que recebemos foi Fingindo, da Cora Carmak, nossa autora do Mês.




Sinopse


"Meu nome é Cade Winston. Aluno de mestrado em belas-artes, voluntário, abraçador de mães e seu namorado pelas próximas vinte e quatro horas. Prazer em conhecê-la.

Com seus cabelos cloridos, tatuagens inimagináveis. e um namorado que combina com tudo isso, Max tem exatamente o estilo que seus pais mais desprezam... E eles nem sonham que a filha vive assim.
Ela fica em apuros quando seus pais a visitam na faculdade e exigem conhecer o futuro genro. A solução que Max encontra para não ser desmascarada é pedir para um desconhecido se passar por seu namorado.

Para Cade, a proposta veio em boa hora: é a chance que ele esperava para acabar com a sua fama de bom moço, que até hoje só serviu para atrapalhar sua vida."

Devo admitir que no começo não li com muitas expectativas, pois achei que seria igual à série da MTV, pois o título em inglês é Faking It. Mas me surpreendi, passou muito longe da série, só tem o título em comum. Gostei bastante do Cade e da Max e de ver como essa ideia louca de pedir pro Cade fingir seu namorado durante o feriado de Ação de Graças os leva. Os pais da MAx nunca aprovaram seus namorados e não sabem da vida que ela leva. Quem ia imaginar que "uma mentirinha" teria consequências inimagináveis.

O foco narrativo do livro é narrador-personagem, ou seja, em primeira pessoa, e os capítulos se revezam entre Cade e Max, e nós vemos o que cada pensa do outro, o que os levou iniciar esse namoro fake e o que cada um pensa sobre isso. Conhecemos um pouco da história de cada um e como isso os levou a ser quem eram. É uma narrativa leve, mas te prende.

O livro é segundo de uma trilogia. O primeiro é Perdendo, o segundo é Fingindo e o terceiro é Encontrando. Não li os outros, mas, pelo que pesquisei, cada livro foca e um personagem, mas são do mesmo ciclo, mais ou menos. Acho que Cade pe um personagem mais importante do que imagino, mas só lendo para saber.

O livro pode ter ares de comédia romântica comum, mas vale a pena. Cade e Max são personagens muito interessantes que provavelmente não seriam nem amigos se não fosse essa ideia da Max. 

Espero que gostem se forem ler.
Até!

sexta-feira, março 20, 2015

[Filme] Os homens são de marte e é pra lá que eu vou

Olá neblineiros!

Semana animada aqui no L&N. Então, depois da resenha de X-men,  trago uma resenha para as nossas leitoras.. 


Sinopse: Ironia. Essa é a definição ideal para a situação de Fernanda (Mônica Martelli), de 39 anos, que trabalha organizando a cerimônia mais importante do imaginário feminino, o casamento, mas é solteira. Forte devota do amor, a produtora lida com os mais diversos tipos de homem e reserva grande parte do seu tempo à procura do par perfeito.

Trailler:


Em um momento sem ter muitas opções de filmes, fui convidada pela minha mãe a assistir "Os homens são de marte...e é para lá que eu vou", fiquei na dúvida se deveria ver, afinal quando alguém fala que o filme é brasileiro ficamos na dúvida, mas ela fez a cara do gato de botas e fui assistir com ela.

A personagem principal, Fernanda, pode ser qualquer uma de nós, altas, magras, negras, brancas, quando a questão é relacionamento nem a nossa idade importa. Afinal, todas queremos encontrar aquela pessoa que complementa a nossa vida. 

O filme é uma comédia romântica, que nos apresenta todas as frustrações que passamos em um 
relacionamento, até finalmente nos encontrarmos com aquele que foi o "escolhido". Monica Martelli, e Paulo Gustavo, fazem rir nos momentos que você pensa "já era" ou "agora vai dar certo".

Se você estiver procurando um filme para dar risadas, aqui está uma comédia brasileira que vale a pena ser assistida, já que ela tem um pouco de tudo.


O filme nos leva a refletir sobre as nossas escolhas, principalmente quando é relacionada ao amor, afinal não só os homens possuem o poder de escolha. Pensem nisso.

Até a próxima.

quinta-feira, março 19, 2015

[Livro] O Palácio de Inverno

Olá neblineiros!

Hoje eu trago para vocês a resenha de um livro histórico. Não, não é um livro da literatura brasileira.


Sinopse: Pode-se fugir da história? Será possível viver no anonimato após uma existência de fausto e glória? A vida comum é assim tão diferente da vida pública? Geórgui Jachmenev passou a vida inteira se debatendo com essas questões, e agora, prestes a perder o grande amor de sua vida, tenta encontrar uma resposta para elas ao refletir sobre seu percurso num século XX que sempre lhe pareceu longo demais. 

Seus feitos começaram cedo: aos dezesseis anos, em ação impulsiva e atabalhoada, o rapaz impediu um atentado contra a vida de ninguém menos que o grão-duque Nicolau Nicolaievitch, irmão do czar Nicolau II, que, agradecido, nomeou Geórgui o guarda-costas oficial de seu filho Alexei, destinado a ser o próximo czar. Uma reviravolta impressionante, que o levou da taiga russa para o fausto dos palácios moscovitas, cenário que, apesar da amplidão e luxo de seus imensos corredores, iria se revelar bem mais inóspito que os frios grotões de sua vida anterior. 

A dura experiência com esse mundo gélido de intrigas palacianas, às quais sempre era jogado contra sua vontade, e de grandes tensões e responsabilidade só foi apaziguada com a chegada do primeiro amor, Zoia. Mas os tempos eram agitados, e a história deixou pouco espaço para idílios: quando a Revolução Bolchevique tomou de assalto o país, e isolou toda a família doczar numa casa de campo nos arredores de Ekaterinburg, mais uma vez Geórgui teve de agir rápido a fim de salvar a si e a Zoia. A vida com ela lhe custaria pátria, família e prestígio, e ele jamais se arrependeu disso - mas e para Zoia, o que teria custado? 

Numa narrativa fascinante, em que presente e passado vão convergindo em capítulos alternados, da Inglaterra dos anos Thatcher para a época dos czares russos, e dos anos difícies da segunda Guerra Mundial para o turbilhão da Revolução Bolchevique, acompanhamos Geórgui em meio a acontecimentos históricos decisivos que acabam por se revelar mero pano de fundo para uma história de amor que esconde um grande mistério, talvez maior que a própria história.

Quando eu peguei o Palácio de Inverno para ler, não sabia o que me esperava por traz de todas aquelas páginas.  John nos traz a história de um menino que vive em condições precárias na Rússia Imperial, e vê sua vida mudar ao salvar o grão - Duque . 

E ai, a história começa a desenrolar, Geórgui é levado para São Petersburgo e lá se envolve em um romance com ... [SPOILER]


...a Grã Duquesa Anastácia. 

O livro tem um dinamismo muito interessante, pois ele mescla, momentos atuais passados pela personagem principal com fatos ocorridos no seu passado. Com isso, podemos observar as grandes mudanças politicas que ocorreram na Europa, e como a população se colocava a respeito dessas situações.

Além disso, nos faz pensar o que realmente ocorreu com a família Imperial Russa. Já que não é a primeira citação de que algo, não ocorreu como contam os livros de histórias. A verdade é que, John Boyne, tem uma escrita que te fascina a cada parágrafo, a cada estrofe que você vai seguindo e quando percebe está fascinado pela sua escrita, fascinado pela colocação histórica que ele faz a cada capítulo e quando termina você fica com a pulga atrás da orelha e um gostinho de quero mais.

Indicado para todos os amantes da história mundial e os apaixonados.





quarta-feira, março 18, 2015

[Filme] X-Men: Dias de um futuro Esquecido

Olá neblineiros!

Época de férias é uma delicia, pois é a melhor época para colocar as resenhas em dia aqui no blog!
Então vamos lá?


Sinopse: No futuro, os mutantes são caçados impiedosamente pelos Sentinelas, gigantescos robôs criados por Bolívar Trask (Peter Dinklage). Os poucos sobreviventes precisam viver escondidos, caso contrário serão também mortos. Entre eles estão o professor Charles Xavier (Patrick Stewart), Magneto (Ian McKellen), Tempestade (Halle Berry), Kitty Pryde (Ellen Page) e Wolverine (Hugh Jackman), que buscam um meio de evitar que os mutantes sejam aniquilados. O meio encontrado é enviar a consciência de Wolverine em uma viagem no tempo, rumo aos anos 1970. Lá ela ocupa o corpo do Wolverine da época, que procura os ainda jovens Xavier (James McAvoy) e Magneto (Michael Fassbender) para que, juntos, impeçam que este futuro trágico para os mutantes se torne realidade.

Eu acho que esse foi o filme da Marvel mais criticado até hoje. Na verdade, essa com certeza é a série que mais rendeu criticas a eles, até porque X-Men tem uma legião de fãs de gosto bem criterioso, mas... deixando isso de lado, eu posso afirmar que adorei o filme! 

Primeiro porque, eu sou fã de X- Men desde que os conheci através de desenhos animados na minha infância. Segundo que a história aborda o racismo de forma muito bem elaborada -  mesmo que de forma diferente do que acontece em nossa sociedade, uma vez que no Brasil e no mundo sempre se ouve falar de casos de injúria racial por cor ou preconceito com a opção sexual da pessoas - uma vez que somos apresentados ao preconceito sofrido por pessoas que tiveram uma mutação genética, ganharam poderes e tiveram que se adaptar ao mundo de pessoas comuns, ao mesmo tempo que descobrimos o caminho que a humanidade resolveu seguir para lidar com todas essas mudanças.

O filme nos mostra que todas as nossas atitudes tem uma ação no futuro e elas podem vir a serem boas ou ruins. Isso foi muito bem retratado pelo direção e pelo elenco do filme, que por sinal são de primeira. Temos nesta obra uma retomada dos atores dos primeiros filmes e atores de X-Men, primeira classe.  

Temos também a volta de vários atores, que tinham sumido/morrido nos primeiros filmes, e dá a entender que quiseram corrigir tudo de errado que foi feito ao longo dos filmes. 

No geral, o filme atende as expectativas dos fãs de X-Men (menos dos leitores da Graphic Novel), só nos resta esperar que sejamos surpreendidos em X-Men Apocalipse. 

Enquanto isso que tal rever a série e nos dizer a sua opinião nos comentários?

terça-feira, março 17, 2015

Se precisarem de mim, diga que estou em Nárnia!

Créditos: Submarino




Neblineiros e neblineiras, do meu Brasil!

Já dizia o velho ditado: quem não gosta de fantasia, bom sujeito não é! Bem, modifiquei um pouco, mas que fantasia é bom é! Antes, porém, deixe-me apresentar, meu nome é Guilherme, sou estudante de direito, amigo da Bruna Constantino, que em uma de nossas animadas conversas sobre nossos livros favoritos, me convidou a participar do Livro & Neblina.
Pois bem, quando não estou debruçado sobre a letra da lei, estou viajando por universos fantásticos que somente os livros nos proporcionam e a aqui convido você, caro leitor (a), a visitar comigo uma das mais fantásticas histórias já escritas, para isso, basta adentrar a um guarda-roupas mágico e chegar ao incrível, fantástico, maravilhoso (nossa, quantos adjetivos!), mundo de Nárnia. 

Eu acredito que um dia, pelo menos um dia, todo mundo já quis viver uma aventura, ir para mundos inimagináveis, atravessar mares revoltosos ou simplesmente entrar num guarda-roupas e encontrar-se em Nárnia! Se você ainda não sentiu isso, meu caro leitor (a) você precisa imediatamente de uma dose imensa de literatura! Mas, deixemos de conversa e vamos para Nárnia!
As Crônicas de Nárnia, são um conjunto de sete livros, a priori infato-juvenis (contudo, os vejo adequados para qualquer idade, se dentro de seu ser existir imaginação e fantasia), que nos remetem a mundo mágico, criado por C.S. Lewis, onde é possível conversar com um cavalo de manhã, tomar chá das cinco com um fauno (criatura mitológico, meio homem, meio bode) e a noite, sob um céu estrelado ouvir as sábias palavras de Aslan!
Todos os livros começam com o nome As Crônicas de Nárnia e são diferenciados pelas histórias narradas. Seguindo a ordem de publicação temos: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupas (a mais famosa das histórias); Príncipe Caspian; A Viagem do Peregrino da Alvorada; A Cadeira de Prata; O Cavalo e seu Menino; O Sobrinho do Mago; e A Última Batalha.
Aviso desde já caro leitor, o tempo de Nárnia é muito diferente do tempo terrestre, enquanto aqui se passaram poucas horas ou dias, lá séculos e séculos se sucederam. Mas não se preocupado, mesmo entrando e saindo ano, os narnianos mantém sempre seu costume hospitaleiro e bondoso!
Em O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupas, conhecemos os irmãos Pevensie (Pedro, Susana, Edmundo e Lúcia), que devido a segunda grande guerra, são levados ao interior inglês, para viver na casa do Prof. Digory Kirke, e entre uma brincadeira e outra descobrem um guarda-roupas, que poderia ser tão comum quanto o meu ou o seu, se não fosse o fato dele ser a porta para um universo paralelo, Nárnia!
Nesta história inaugural, as crianças vivem uma incrível aventura em busca de Aslan (o grande leão), e lutam ao seu lado para derrubar a Feiticeira Branca Jadi, que em sua loucura, acredita ser a rainha de Nárnia e leva todo o reino a um inverno supostamente interminável. Todos os livros são marcados por crianças de nosso mundo (com exceção do Cavalo e seu Menino), que chamadas por Aslan, vão à Nárnia, onde, em meio aventuras diversas, conhecem o valor da amizade, da humildade, da partilha e do amor.
Quem ler as crônicas, notará e não por acaso, uma semelhança muito grande entre as histórias de C.S. Lewis e as histórias cristãs da bíblia. Ora, não é incomum ver catequistas utilizarem-se desse mundo fantástico para ensinar crianças sobre o cristianismo. Lewis (convertido ao cristianismo), utiliza-se de seus livros, para apresentar aos leitores valores, símbolos e ensinamentos cristãos. Aslan, por exemplo, é a personificação de Jesus Cristo, deixando isso muito claro ao final do A Viagem do Peregrino da Alvorada. mas, independente de fé, as crônicas são um prato cheio de fantasia e aventura!
As crônicas podem ser lidas em duas ordens, a de publicação, acima exposta ou a cronológica, assim descrita: O Sobrinho do Mago; O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupas; O Cavalo e Seu Menino; Príncipe Caspian; A Viagem do Peregrino da Alvorada; A Cadeira de Prata; e  A Batalha Final. Recomendo esta ordem, pois a história fica em um curso lógico, de fácil assimilação e revelando o desenrolar de Nárnia, desde sua criação, até seu fim, onde somos convidados por Aslan a conhecer a verdadeira Nárnia!
Vale falar, que nosso querido C.S. Lewis era muito amigo de um conhecido dos amantes da literatura fantástica medieval: J.R.R. Tolkein (autor de uma série pouco conhecido, chamado Senhor dos Anéis, hahaha). Sim caro leitor, além de participarem do mesmo grupo literário (The Inklings), eram amigos e debatiam sobre seus universos fantásticos.
As crônicas podem ser encontradas em qualquer boa livraria, sebo, site, biblioteca ou lugar que venda, empreste, alugue, troque ou doe livros e afins. Estando disponíveis em volume único, que concentra todas as histórias na ordem cronológica, ou ainda, em livros separados. Há também versões cinematográficas de O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupas; Príncipe Caspian; A Viagem do Peregrino da Alvorada; e em processo de filmagem O Cavalo e seu Menino. Os filmes são bons, mas é claro os livros são melhores!
Nárnia, nos leva a mais pura e sensacional aventura, que somente uma imaginação muito fértil, como a de Lewis, pode criar! Se fosse falar de tudo sobre Nárnia, caro leitor, teríamos de marcar um café e passar horas e horas (talvez dias!), conversando, imaginando, comendo (por que ninguém é de ferro) e viajando para Nárnia. Assim, vou me despedindo por aqui, esperando ter instigado você a ler essa incrível história! Então, procure o guarda-roupas mágico mais próximo e nos vemos em Nárnia! 

Guilherme
 

domingo, março 08, 2015

[Filme] Preciosa

Assisti a esse filme abordado na resenha há alguns anos e ele me marcou de um jeito irreparável. Até essa semana, eu não tinha tido a oportunidade de re-assisti-lo. E, depois de revê-lo, o sentimento ainda é o mesmo. É um daqueles filmes de superação e de teor psicológico acentuado que, com toda a certeza, fica pairando na nossa mente por dias. 


Título: Preciosa - Uma História de Esperança
Diretor: Lee Daniels
Ano: 2010
Gênero: Drama
Nacionalidade: Estados Unidos
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Claireece "Preciosa" Jones mora no bairro Harlem (cuja fama não era nada boa, antigamente), em NY, no ano de 1987. Ela está grávida pela segunda vez e, por isso, é suspensa da escola onde estuda. A assistente social, então, consegue um programa novo para Preciosa, numa escola alternativa. Lá, a princípio, fica toda retraída, mas, conforme conhece as outras meninas, que têm problemas familiares e pessoais também, ela se abre a esse novo mundo. 

Preciosa é uma personagem privada de amor desde sempre. Quando engravidou pela primeira vez, foi porque foi violentada pelo pai. Isso é algo constante em sua vida. Ela também é repetidamente tratada como inútil pela mãe, que a abusa de variadas formas. É fácil inferir que ela é alguém muito sozinha e que carrega um emocional muito revoltado e frágil. Preciosa nunca fala sobre sua vida e sua melhor resposta para tudo é "Estou bem". Ela não pode dizer a verdade sobre sua família, pois há muita coisa envolvida por detrás disso, inclusive dinheiro e a guarda de sua primeira filha, a quem chama de "monga" (apelido pejorativo para "mongolóide", pois a criança tem Síndrome de Down). "Monga" fica sob os cuidados da avó, pois a mãe de Preciosa tem horror à criança. 

É fácil identificar os mais variados tipos de preconceito dentro do filme: racismo, especialmente. Palavrões fazem parte da trama de forma excessiva e expressões com "aquela vadia branca" são recorrentes. Preciosa, por ter nascido negra, acha que os negros e os brancos são pessoas completamente diferentes e que os brancos sempre têm privilégios e vidas ótimas. O fato de ser negra, pobre e gorda, ela acha que não faz nada bom na vida e que não há um lugar para ela no mundo. Mas, felizmente, quando ela entra em contato com a nova escola e com a nova professora, sua mentalidade se abre para novos conceitos e novos sonhos. 

Toda a experiência traumática de sua vida é recontada por meio de alguns flashbacks e algumas frases soltas durante o filme. O grande refúgio da personagem é sua mente. Sempre que está no meio de uma situação crítica, ela se imagina como uma super famosa. A identificação que ocorre com ela é imediata, não por conta das situações pelas quais ela passou (pois eu nunca passei pelas mesmas situações), mas devido à sua baixa-estima. Acho que qualquer pessoa, alguma vez na vida, passou por períodos assim, nos quais não acredita num futuro, nem que é amada. Preciosa, felizmente, descobre que, por mais que não seja amada por sua família, é amada por muita gente fora do âmbito familiar e essa gente é a grande responsável por sua força de vontade de procurar meios de se livrar de seus problemas. 

O filme expõe uma grande carga emocional. Por mais que a vida da personagem não seja parecida com a de muita gente, ainda assim, é fácil se apegar à ela, simplesmente porque há um enorme crescimento interior nela. Acredito que as melhores histórias sempre apresentam um personagem que, a princípio, é alguém imutável, mas que, conforme a narração acontece, ela se transforma, se revela e cresce. 

Como mulher feminista, eu acabei de assistir ao filme e fiquei pensando em todas as mulheres reais que têm vidas parecidas e até mesmo iguais às de Preciosa. Hoje se comemora o Dia da Mulher e a maioria das pessoas acha que precisa comemorar esse dia com flores e carinhos, esquecendo-se que ser mulher é muito mais do que isso. Que ser mulher é ser quem quiser e procurar por novas oportunidades de vida. Podemos, sim, comemorar este dia pensando não somente em nós mesmas, mas em todas as outras milhões de mulheres diferentes de nós, que estão batalhando por lugares melhores na sociedade e que precisam de ajuda e coragem para serem quem quiserem. 

Feliz Dia da Mulher para todas vocês! Lutem por seus direitos, sempre! Não aceitem serem rotuladas, abusada ou diminuídas! Vocês são e valem mais! 

Love
Nina  

sexta-feira, março 06, 2015

Autor do mês - Cora Carmack








E a autora do mês de março é Cora Carmack! 

Dentro de seus livros descobrimos que... Cora Carmack é uma escritora de vinte e poucos anos que adora escrever sobre personagens de vinte e poucos anos. Ela já fez de tudo um pouco: teatro, vendas, aulas. Adora ir ao teatro, viajar e qualquer coisa que a faça rir muito. Seus personagens circulam pelos ambientes e situações mais improváveis, e Cora sempre os ajuda a arranjar um namorado ou namorada no final. As pessoas improváveis também precisam namorar, não é?

Cora Carmack é uma autora de romances New Adult que teve sua primeira publicação em 2012 e vive entre os best sellers da NY times desde então.

Losing it é um dos titulos do gênero mais famosos no mundo inteiro e foi lançado aqui no Brasil pela Editora Novo Conceito. Em breve vocês lerão uma resenha sobre a sequência da saga, Faking it traduzido aqui no Brasil para Fingindo.

Ainda falando da saga Losing it, após o lançamento de Faking it foram publicadas as obras Finding it, Keeping her e Seeking her. O que poderia ser mais maravilhoso do que ter vários livros para ler sobre as vidas de Bliss e Cade?

A autora possui mais uma saga lançada nos EUA chamada Rusk University Series. Essa saga gira em torno da vida amorosa de alguns jogadores do time de futebol da universidade do Texas e seus protagonistas são Dallas e Carson. O nome da primeira obra é All lined up.

Para quem quiser saber mais sobre a autora ou suas obras, clique AQUI e acompanhe as novidades do blog dela.

Para quem ficou com vontade de ler suas obras, você vai encontrá-las na Editora Novo Conceito clicando AQUI

Por hoje é só. Beijão

quinta-feira, março 05, 2015

[Book tour - Resenha] Um novo amanhecer

Olá, neblineiros!

Há algumas semanas atrás, apresentamos aqui no blog a autora Cinthia Freire, que está participando do Booktour elaborado pela Nina, do Blog Nina é uma. 

Sinopse:
Giulia está arrasada! Seu namoro chegou ao fim e ela não sabe o que fazer.
Leo está confuso e com medo, seu tempo está acabando e ele não quer magoar sua namorada.
Zyon é um anjo perdido e apesar de saber que está em uma missão na Terra, ele não tem idéia exatamente do que o aguarda.
Em uma tarde chuvosa, o caminho dos três se cruza de forma trágica e comovente.
UMA GAROTA APAIXONADA
UM RAPAZ DOENTE
UM ANJO PERDIDO
Eles serão capazes de lidar com a força do verdadeiro amor?


A Cinthia tem uma escrita leve e isso torna fácil a leitura, e até rápida.  O livro é um romance, narrado boa porte pela personagem Giulia. Ela é descrita uma menina doce e tímida, até conhecer Leo, o seu grande amor. 

"Meu sonho de conto de fadas estava finalmente acontecendo. Meu príncipe, meu amigo, meu companheiro e, agora, meu amor."

A única coisa chata é que toda hora a Gi é meio repetitiva, sempre dizendo que o Leo é o seu primeiro amor.

O legal é você ler sobre o amadurecimento desse amor e dos personagens. E depois de muito amor... aparece um anjo, Zyon.  E ele é um anjo arrogante, que não entende nada da natureza humana, até conhecer a Gi. A partir desse momento, o livro passa a ter capítulos narrados por ele, o que movimenta a narrativa. 

Pelos olhos de Zyon, descobrimos tudo sobre o que é ser humano e, é claro, sobre o amor.

"- É como ver o nascer do dia, o resplendor do amanhecer, a grandiosidade do Sol iluminando cada canto e afastando as sombras da noite fria. É assim que me sinto, iluminado pelo Sol que aquece meu peito. Toda vez em que a vejo, um novo amanhecer surge dentro de mim?"

Um bom livro para iniciar no final da tarde e, quem sabe, se apaixonar! 


Confira abaixo uma entrevista exclusiva da autora para o Livro & Neblina:

O que te impulsionou a escrever “Um Novo Amanhecer”?

Cinthia Freire: Eu sempre amei historias de anjos, mas gostaria de escrever algo mais próximo do que eu acredito ser real, queria um anjo que apoia, que ajuda a suportar a dor e que está sempre ao nosso lado, e assim surgiu o Zyon, um anjo diferente, sem asas e com um coração cheio de pureza e amor.

E como foi esse processo criativo? Quanto tempo ele demorou? 

C.F.:Desde a primeira vez que pensei em escrever algo sobre anjos já se passaram oito anos, mas quando criei coragem e comecei a escrever ele o desenvolvimento total durou cerca de seis meses devido as pesquisas para a doença de Leo.

Já tem um novo projeto? 

C.F.:Tenho vários projetos kkk
Antes de lançar Um Novo Amanhecer eu já trabalhava em uma trilogia de New Adult chamada Segredos, agora tenho intenção de lançar o primeiro volume chamado Meu Anjo ainda esse ano.
Tenho também um livro que estou disponibilizando no wattpad. Se chama Antes dos 20 e tem um capitulo novo a cada sexta feira.


Pela leitura de “Um novo Amanhecer” percebemos que você é muito romântica. Tem vontade de explorar outro gênero?

C.F.:Sou muitoooo romântica, adoro romances, leio romances em tudo kkk
Com certeza tenho muita vontade de escrever uma distopia, alias eu venho trabalhando em um projeto bem bacana sobre isso, ainda está muito recente e não sei se vou conseguir, mas estou tentando e por enquanto estou amando, claro que terá muito romance mas também vai ter aventura e ação.

Bom, por hoje é só pessoal. Gostaram de conhecer um pouco mais sobre a Cinthia Freire?

Beijão.

domingo, março 01, 2015

Dia de show!

Hoje trago pra vocês uma postagem que foge do tema principal do blog. Abordarei um tema que pouco ou nada tem a ver com livros, mas pode ser relevante, principalmente com certos eventos que vem aí.

Estou falando, claro, de show.


Bem, não sou especialista em idas a shows, mas darei algumas dicas que podem lhes ser úteis, principalmente se você vai a um show pela primeira vez.

1-) OMG, A DATA E LOCAL DO SHOW FORAM DIVULGADOS!

UHUH! Se você for sortudo(a) e o show for na sua cidade e numa data, local e horário que você pode ir, comemore! Seu ídolo vai fazer show e você vai!

Depois de ver a data, hora e local, você espera começar as vendas. Quando se trata de shows de artistas internacionais, as datas são divulgadas com bastante antecedência (com meses, na verdade) e em geral dá tempo de você se planejar pra ir.
Se o show não for na sua cidade, mas você ainda assim vai (que sorte), comece a ver os preços das passagens de ônibus/avião, bem como local de hospedagem, se for dormir lá.
O site decolar.com possui pacotes com passagem + hotel que podem ser em conta. Mas o ideal é você ficar na casa de algum(a) amigo() ou parente, pois fica mai$ barato.

Alguns shows não permitem menores desacompanhados, assim sendo, um dos seus pais ou alguém maior de idade terá de ir com você.

2-) ONDE COMPRO O INGRESSO?

Depende de quem organiza o show. Na página do artista, em geral, possui informações sobre datas, locais e links de onde o ingresso pode ser comprado. Se vc for comprar pela internet, veja bem o setor e lugar que vc for comprar. Alguns sites possuem mapa do local, indicando onde fica camarote, setor premium, a pista, etc. escolha o setor que caber no orçamento. A forma de pagamento depende do site, mas em geral paga-se com cartão de crédito/débito ou boleto bancário. Preencha os dados cuidadosamente e, sério, leia tudo que puder sobre parcelamento, preços, etc.
 2.1- ) QUANTO TEMPO DEMORA PRO INGRESSO CHEGAR?
          Depende de onde você mora. quanto mais distante da cidade, mais tempo vai demorar. Se o show for fora de sua cidade natal, e você conhecer alguém lá, você pode pedir o endereço da pessoa e essa pessoa receber o ingresso. Ou você pode buscar na bilheteria do local do show, ou comprar na bilheteria mesmo.
 2.2-) O INGRESSO CHEGOU!
         Confira o que está escrito, veja o dia, hora, tudo que tiver pra ver se está tudo certinho. Se estiver, ótimo, guarde num local seguro.

Agora que você tem ingresso ( e talvez passagem), hora de ver ...

3-)  O QUE LEVAR NO DIA DO SHOW.

A não que você seja sortuda (rica) e tenha comprado um setor onde fique sentada, devo lhe dizer: você ficará em pé. Por horas. Assim sendo, você deve estar preparado(a) para isso.
 Cada pessoa leva o que achar melhor, claro, mas aqui vão algumas sugestões do que levar de forma que você não fiquei tão desconfortável.
-Dinheiro,óbvio. Seja pra comer, seja pra comprar lembranças, seja pro táxi/ônibus.
-Documentos. Algumas vezes os seguranças do local pedem identidade, mas além dela, é bom levar cartão do plano de saúde (vai que você passa mal *bate na madeira*) e cartão de meia-passagem (os seguranças podem pedir se você tiver comprado meia-entrada).
-O ingresso.
-Celular. Certifique-se de que ele esteja com crédito e a carregado (de preferência com 100, né rs)

4-) O QUE VESTIR?
A respostas sincera: o que achar melhor. Só que você vai pra uma show, vai ficar em pé, vai pular, gritar, se descabelar... então é bom usar algo mais confortável. Minha sugestão é ir de short/calça jeans e tênis. A blusa vai depender do tempo. Mas como vai ter muita gente junta, uma regata ou blusa de manga curta (com a estampa da banda, que tal?) são mais indicadas.
Casaco pode ser uma boa precaução extra, a depende do local do show.

5-) QUE HORAS POSSO CHEGAR?
Resposta sincera: na hora que achar melhor rs Mas é uma boa ideia chegar com algumas horas de antecedência, principalmente se seu setor for perto do palco. Dormir na porta do local pode não ser uma boa ideia. Você vai ficar desconfortável e não vai aproveitar o show.
Se for acompanhado(a), combine com ele(a) o melhor horário para vocês irem.

6-) CHEGUEI NO LOCAL!
Agora é só esperar abrir os portões \o/ Bom show!

Outras dicas.
-Certifique-se de estar alimentada, principalmente se for pro local muitas horas antes. Você precisará de energia pra aproveitar o show. Nem pense em ficar de jejum só pra caber na calça nova. Você vai desmaiar e ficar na enfermaria em vez de ver o show. Já vi isso acontecer.
-Evite ficar apenas filmando/fotografando. Isso atrapalha quem está atrás, sem falar que é muito melhor você ver ao vivo, certo? Tirar algumas fotos até vai, mas não tempo todo.
-Não leve cartaz, a não ser que você entregue ao segurança. O cartaz atrapalha quem está atrás.

Espero que tenham gostado das dicas :D