domingo, abril 19, 2015

Casulo dos sentimentos

Preciso te dizer que a confusão mora em mim, que tá tudo muito ruim desde a virada do ano e que nem sei mais o que ando fazendo. Só fico lá, em todos os lugares, sentindo-me uma peça desencaixada, uma parte de algo que todo mundo rejeitou e um rosto que ninguém vê. Um fantasma na multidão. Eu estou lá, mas não estou. Vejo tudo, mas ninguém devolve na mesma moeda. Eu sempre soube que era uma moeda perdida, vagando pelos cantos mais obscuros da cidade. Quase sem validade, quase sem cor. Desaparecida, eternamente. 

Eu passo tempo demais escondida dentro de mim, porque, para conhecer os outros, precisamos começar por nós mesmos. Se a gente não se conhece, como podemos permitir que outro alguém nos conheça? Mas eu me perco lá no fundo, na imensidão azul que nada em mim, e me vejo constantemente sufocada, emergida como que por obrigação. Depois de repetidos insucessos, eu desisto de resistir. Deixo a correnteza me levar para onde ela desejar. Não adianta lutar contra a nossa natureza, eu sempre soube disso. 

Às vezes, permito abrir uma portinhola estreita, de dentro pra fora. Só pra espiar que o tem acontecido lá fora. Só pra constatar que o mundo continua o mesmo e que é melhor eu continuar no meu casulo. Ninguém diz que um casulo é uma fortaleza. Pode parecer frágil para quem está no exterior, mas lá dentro, lá na proteção de saber quem somos e de perceber que não somos quem os outros gostariam que fôssemos, há pedras resistentes que cumprem com o seu objetivo de manter as almas azuis, as espumas brancas e as nuvens cinzentas fora do alcance das mãos negras do Universo. Essas mãos já tentaram me agarrar duas, três vezes; mas eu sempre fui de me proteger. 

Digo não na maior parte do tempo. Desisto de companhia. Encontro os caminhos reversos apenas para ficar comigo mesma. Quando digo sim, é porque tento ver as borboletas sobrevoando as cabeças cujas mãos negras não param; são apanhadoras de sofrimento. E, de meu sofrimento, nunca levam. Deixo-o aqui, porque ele me faz bem. Remoê-lo torna-me quem sou. Senti-lo apenas me lembra que estou sozinha nessa fábrica de almas perfeitas. 

As borboletas estão sumindo. Saem por aí, sem direção, e esquecem que precisamos do trabalho delas. Estão cada vez mais fugitivas, talvez porque, depois que nascem, entendem que não queriam ter nascido. Só depois de se libertarem da fortaleza que as protegeu é que percebem que precisam dela para sobreviver, que aquela fortaleza é a única coisa que permite lembrá-las quem são e que o Universo nunca será delas. São insignificantes. Quem para para admirar uma borboleta? Quem consegue entender que seus casulos são suas moradias e que quebrá-los é como quebrar suas inquilinas? Depois de quebrados, a liberdade some. Deveria ser ao contrário, mas o Universo não foi feito para ser conquistado pelos fantasmas. O Universo bate em que é fantasma, bate pra valer. 

Fantasmas e borboletas não recebem amor e não sabem prover suas sobrevivências sem alguns mergulhos na imensidão azul que lhes habita. Não foram feitos para entenderem o mundo lá fora, pois conhecem demais o que há dentro de si mesmos. Afogam-se na correnteza desembestada. E, afogados, fingem ser partes de algo. Levam a vida aos arrastões. Sem nada, além do sofrimento que transborda em fluxos infinitos, palavra por palavra. 


Texto postado originalmente no meu blog Nina é uma. Já faz algum tempo que me desabituei a falar e a escrever sobre mim mesma, pois sou escritora e dou valor aos personagens que crio, então, como autora fico soterrada de sentimentos, de situações e de obrigações que não são minhas. Mas, dessa vez, precisei largar as mãos dos meus personagens e dar voz a mim. 

Ando desencontrada esse semestre, muitas situações e pessoas têm me colocado para baixo, ultimamente, e tentei com esse texto expurgar um pouco do que represei durante esses meses. Espero que tenham gostado! 

Sejam borboletas e fantasmas,
sejam o contrário. 
Nina 

[Livro] Para Sempre Ela

Olá Neblineiros!

Andei sumida por uns dias! Mas, minhas férias acabaram e eu comecei finalmente a por a minha lista em Ordem... porém, o livro Para sempre ela ainda não havia entrado nessa lista. Então, aproveitando que o livro é um e-book... Sim meu povo é um e-book, falaremos dele depois, coloquei no celular e bora ler na hora do almoço certo? Certíssimo. 


Sinopse: Para Sempre Ela - Depois de anos sendo escolhida para ser o centro das pegadinhas e gozações no ensino médio, o tempo passa e Hannah se torna uma mulher, acima de tudo, forte. Entretanto, essa força seria suficiente para sobreviver a um tiro e descobrir que o médico que salvou sua vida é ninguém mais, ninguém menos, do que toda a fonte de seus problemas no ensino médio? Ela diz que perdoou Frank, mas Frank ainda não se perdoou por ter feito ela passar por tudo aquilo. Talvez esses sejam os motivos que fizeram Hannah deixar que ele se aproximasse, só que, diferente da última vez, agora é para sempre. Sentimentos que foram enterrados no fundo da alma de ambos irão voltar À tona... E tudo por causa de uma bala perdida que acabou acertando Hannah de raspão.

Para sempre ela é uma obra que retrata o arrependimento de pessoas que praticaram o bullying em algum momento da sua vida e consequentemente, causaram sofrimento em outras pessoas, mas é claro que a obra também é voltada para o amor. É assim, que conhecemos o personagem Frank, um adulto que pode ser considerado como amargurado com a sua atual vida e extremamente workaholic.
Hannah é uma mulher forte, que, entretanto, não conseguiu tirar de sua vida os traumas vividos por ela no passado.

Os dois personagens se reencontram no trabalho de Frank. A partir dai o destino decide brincar essas duas figuras e faz com que eles redescubram quem realmente são e  se são capazes de perdoar quem um dia foram no passado.

Eu gosto de começos agitados, me fazem ficar mais vidrada no livro e a história se mostrou ao longo do livro demasiadamente interessante. Os fatos se passam rapidamente, mas sem atropelos. Gostei da forma como a trama se desenrolou.

A história nos faz pensar em como o mundo gira e como mudamos sem nem ao menos perceber. Isso é tão bom, não é?

Outro ponto positivo é que a obra aborda bastante a temática do Bullying e eu acho importante a discussão sobre o tema que assombra a vida da maioria dos adolescentes e às vezes, até dos adultos.

A história se passa em Londres que é um cenário maravilhoso para uma história de amor, mas em qualquer lugar do mundo problemas surgem no paraíso... Na história acompanhamos a forma como um casal formado por pessoas frágeis, mas de grande coração lida com as questões que atormentam a estabilidade do namoro e isso torna tudo bem mais real.

A narrativa varia entre os dois protagonistas e a autora acrescenta sempre alguma cena ocorrida no passado, o que ajuda muito o leitor a entender o que aconteceu entre eles em outro tempo.

Será que o verdadeiro amor suporta tudo? Será que tudo perdoa? Seria esse sentimento capaz de perdoar os erros do passado?

Meus caros, esse é o ponto alto da obra, uma vez que lendo a história, você irá tentar descobrir até que ponto um amor pode levar você a perdoar.



Conhecendo a autora



Nasci em 1996 em São Paulo – SP e desde que me entendo por gente, inventava histórias. Doze anos depois, comecei a me aventurar no mundo das fanfics, escrevendo constantemente mesmo que eu nunca conseguisse terminá-las. E por causa disso, resolvi começar a escrever minhas próprias histórias originais para ver se eu conseguia... E o que começou apenas como um teste deu tão certo, que publiquei o meu primeiro livro aos 17 através da Editora Novo Século.
Enquanto escrevia, também organizava eventos de fãs e tinha uma vida ativa na internet com meu blog dedicado a Harry Potter que fechou, porque fiquei concentrada apenas na minha escrita e nos meus estudos, assim, ficando sem tempo para o site. 
Quando me dei conta, em 2013 eu já tinha manuscritos terminados. O primeiro livro infanto-juvenil que terminei, aos 12. “Os irmãos Scott”, que conta a aventura de dois irmãos gêmeos com a sua irmã mais nova em um mundo totalmente desconhecido até então. 
Marca da Lua (o livro publicado pela Novo Século), e um livro que comecei como fanfics, mas que terminei original que até agora, está sem nome. 
Para Sempre Ela que foi escrito por causa de um surto de criatividade que tive quando estava visitando Londres.  
No começo de 2015 descobri que meu conto “Primeira Vez” foi aceito pela Editora Andross para a publicação na antologia “De Repente Nós”. (Fonte: http://www.flaviaduduch.blogspot.com.br/)


Entrevista com a Autora

 Livro e Neblina: Durante a sua visita a Londres, você teve um “surto” criativo e começou a escrever “Para sempre ela”, o que você acha que na cidade te inspirou dessa forma?

Flavia Duduch: Quando estive em Londres, as primeiras ideias surgiram de uma forma tão natural que eu não sei responder a essa pergunta. Eu ia aos lugares e conseguia enxergar Frank e Hannah ali. Foi simplesmente surgindo. Os primeiros rascunhos foram escritos no meu celular e depois, só fui retomá-los em julho, e como eu já tinha a ideia toda formada na minha cabeça, foi fácil terminar o livro em 30 dias. Um capitulo por dia, e quando me dei conta, dia 29/07/2014, eu tinha acabado de escrever.

L&N: E como foi esse processo criativo? Quanto tempo ele demorou?

Flavia Duduch: Como disse na resposta anterior, os primeiros rascunhos surgiram em novembro de 2013. E peguei firme no finalzinho de junho e fui até julho. Ou seja, uns 8 e 9 meses para finalmente começar a escrever a história desde que eu tive a primeira ideia.

L&N: Já tem um novo projeto?

Flavia Duduch: Já tenho sim! E se tudo der certo, termino muito em breve. É um romance novo.

L&N: Você se considera romântica?

Flavia Duduch: Algumas vezes sim, outras não.. Hahahah, não sei explicar porque isso altera.

L&N: Qual outro gênero literário tem vontade de explorar?

Flavia Duduch: Pretendo focar um pouco mais com o drama. Sei que eu coloquei um pouquinho dele em “Para Sempre Ela” mas não foi o suficiente pra mim. E também, sempre tive vontade de escrever um romance policial, apesar de ser algo bem longe de se tornar realidade ainda porque tenho que ler muito do gênero antes de começar a escrever algo sobre.


Leitores, por hoje é só, mas fiquem ligados no Livro & Neblina que logo mais vem post novo para vocês!

domingo, abril 12, 2015

Um viajante da história - Ken Follet, autor de Abril!


Imagem da internet
      Olá queridos(as) neblineiros e neblineiras! Como andam seus corações literários? Espero que ávidos por novas histórias! Assim sendo, deixemos de conversa e vamos ao que interessa: nosso autor do mês!
            Se você procura um romance histórico ou um thriller (não é Michael Jackson hahaha), meu caro, você está no blog certo! Ken Follett, nosso autor de Abril, nos brinda com uma série de livros deste gênero literário, sendo aclamado por público e crítica como um mestre da ficção histórica e dos textos policiais e espionagem.
        Follett nasceu no País de Gales, em 1949, numa família em que programas de televisão, cinema e rádios não eram bem-vindos. Seu interesse por histórias e aventuras, advém daquelas contadas pela mãe e sua fantasiosa mente. Não demorou muito para os livros ingressarem na sua vida, graças à biblioteca pública:

Eu não tinha muitos livros e sempre fui grato pela existência da biblioteca pública. Se não pudesse ler de graça, eu não teria me tornado um leitor voraz e, se você não é um leitor, não pode ser    escritor.(BIBLIOGRAFIA KEN FOLLETT, Arqueiro, p.1)


          Formado em filosofia, pela University College e com um breve curso de jornalismo, Follett dedicou seus primeiros anos profissionais as páginas dos noticiários, sonhando em ser um repórter investigativo, porém o mundo dos livros foi mais forte, levando-o a escrever algumas histórias que não tiveram muita atenção do público. 
         Mas, em 1987, O Buraco da Agulha elevou Follett ao rol dos grandes escritores, vendendo mais de 10 milhões de cópias. Daí em diante, meus caros, veio um livro melhor que o outro.
     Follett já escreveu mais de 30 livros, seguindo a fórmula da ficção histórica, com personagens fictícios, que poderiam muito bem ter existido, levando o leitor da Idade Média aos campos de batalha da Grande Guerra, bem como, dos horrores da Segunda Guerra Mundial ao reencontro de famílias separadas pelo Muro de Berlim. 
Imagem da internet
    Estes livros, resultados do minucioso e bem feito trabalho de Ken Follett, nos permitem vivenciar a história, não pelo o olhar acadêmico e metodológico, mas sim de forma intimista, excitante e efervescente, por meio de pessoas comuns que viveram momentos históricos inesquecíveis! Dessa sorte, vamos a algumas dessas histórias. 
        Em O Buraco da Agulha acompanhamos a missão de “um brilhante espião alemão, de codinome Agulha” (SINOPSE), que em meio à segunda guerra mundial, infiltrasse em terras britânicas, em busca dos segredos dos Aliados, em busca de permitir a Alemanha vencer a guerra. Nesse emocionante e arrebatador thriller, voltamos aos dias antecedentes ao grande ataque dos Aliados à costa da Normandia, o famoso Dia D, vivendo os meandros da espionagem de guerra e os romances arrebatadores de Follett. 
       Nessa linha editorial, temos ainda Noite Sobre as Águas, que narra a história dos primeiros vôos transatlânticos, numa Europa que caminhava para a Segunda Guerra Mundial, tendo entre seus passageiros: um ladrão de jóias, uma jovem aristocrata sonhadora, um cientista fugindo do nazismo e um espião alemão. Por sua vez, O Homem de São Petersburgo nos leva, em sua primeira parte, a cidade que dá nome ao livro, na época dos czares, e na segunda parte, a intimidade de uma família da aristocracia inglesa, narrando as negociações que antecederam a Primeira Guerra Mundial. Temos ainda, A Chave Rebeca, Um Lugar Chamado Liberdade, dentre outros livros publicados no decorrer de sua carreira. 
       Contudo, caro(a) leitor(a), a obra de maior notoriedade de Ken Follett é o livro Os Pilares da Terra, que narra a história da construção de uma catedral, em plena idade média, levando-nos aos entremeios de uma sociedade medieval, suas lutas pelo poder, sua religiosidade e os amores deste tempo. Esta obra ganhou tamanha proporção que possui uma legião de fãs e chegou até a ser adaptada em uma série de televisão. Estou lendo-o neste momento e mais para frente dedicarei um post a ele!
       Mas se você, como eu, é fascinado pela história da humanidade no século XX, não pode deixar de ler a trilogia O Século, que acredito, foi o trabalho mais audacioso de Follett. A história esta dividida nos livros: Queda de Gigantes, O Inverno do Mundo e Eternidade Por Um Fio.  A sinopse de Queda de Gigantes, já demonstra o quão arrebatadora é esta história:

Cinco famílias, cinco países e cinco destinos marcados por um período dramático da história. Queda de gigantes, o primeiro volume da trilogia “O Século”, do consagrado Ken Follett, começa no despertar do século XX, quando ventos de mudança ameaçam o frágil equilíbrio de forças existente – as potências da Europa estão prestes a entrar em guerra, os trabalhadores não aguentam mais ser explorados pela aristocracia e as mulheres clamam por seus direitos. De maneira brilhante, Follett constrói sua trama entrelaçando as vidas de personagens fictícios e reais, como o rei Jorge V, o Kaiser Guilherme, o presidente Woodrow Wilson, o parlamentar Winston Churchill e os revolucionários Lênin e Trótski. O resultado é uma envolvente lição de história, contada da perspectiva das pessoas comuns, que lutaram nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial, ajudaram a fazer a Revolução Russa e tornaram real o sonho do sufrágio feminino. Ao descrever a saga de famílias de diferentes origens – uma inglesa, uma galesa, uma russa, uma americana e uma alemã –, o autor apresenta os fatos sob os mais diversos pontos de vista. Na Grã-Bretanha, o destino dos Williams, uma família de mineradores de Gales do Sul, acaba irremediavelmente ligado por amor e ódio ao dos aristocráticos Fitzherberts, proprietários da mina de carvão onde Billy Williams vai trabalhar aos 13 anos e donos da bela mansão em que sua irmã, Ethel, é governanta. Na Rússia, dois irmãos órfãos, Grigori e Lev Peshkov, seguem rumos opostos em busca de um futuro melhor. Um deles vai atrás do sonho americano e o outro se junta à revolução bolchevique. A guerra interfere na vida de todos. O alemão Walter von Ulrich tem que se separar de seu amor, lady Maud, e ainda lutar contra o irmão dela, o conde Fitz. Nem mesmo o americano Gus Dewar, o assessor do presidente Wilson que sempre trabalhou pela paz, escapa dos horrores da frente de batalha. Enquanto a ação se desloca entre Londres, São Petersburgo, Washington, Paris e Berlim, Queda de gigantes retrata um mundo em rápida transformação, que nunca mais será o mesmo. O século XX está apenas começando.

Imagem Submarino
Por sua vez, O Inverno do Mundo parte da Guerra Civil Espanhola, passando pelos horrores da Segunda Guerra Mundial e terminando com a bipolaridade capitalismo x comunismo e em Eternidade Por Um Fio vivenciamos a Guerra Fria, a luta pelo direito dos negros nos Estados Unidos, a divisão da Alemanha em duas e a queda do comunismo. Histórias , contadas por meio da vida dos descendentes dos personagens iniciais, permitindo-nos viver a história que conhecemos pelos livros escolares, de forma viva e nítida.
Uma marca própria de Follett são suas personagens femininas. Todo livro tem, ao menos uma mulher que chamaríamos de “a frente do seu tempo”, inconformadas com o comodismo e com as regras machistas, protagonistas de suas próprias histórias. Mulheres que existiram e que graças a elas, as mulheres de hoje vivem um estado de direitos garantidos! 
Meu caro(a) leitor(a), se tem uma série de livros (depois de Harry Potter) do qual sou fã incondicional, é está. E se quer um conselho de uma pessoa que saiu da sua cidade e foi para São Paulo na Bienal do Livro de 2014, só para assistir uma palestra e conseguir um autógrafo de Ken Follett e enviou uma carta, para o outro lado do mundo, para dizer a este autor o quanto gosto de seus livros (sim este sou eu e sim EU CONSEGUI O AUTÓGRAFO! E SIM FOLLETT RESPONDEU MINHA CARTA!), comece por esta série. Talvez o tamanho dos livros assuste, contudo verás que a leitura é ágil e gostosa. Uma verdadeira máquina do tempo. 
Conheci a obra de Follett por acaso, numa época em que buscava por livros que aliassem meu gosto pela história da humanidade e aventuras vividas por pessoas comuns, e ali estava, como mágica, Queda de Gigantes. Dali para frente, Ken Follett é marca registra em minhas leituras! 
Bem, meus queridos(as), acho que vou lançar um talkshow sobre Ken Follett, ou melhor um documentário, porque este post está gigante! Sou muito fã deste autor, e espero ter inspirado vocês a lerem seus livros! Tenham certeza, os livros aqui citados e outros tantos, ganharam seus devidos posts! Assim, me despeço por enquanto de vocês. Nos encontramos no próximo livro!

P.S: Caso queira mais informações sobre Ken Follett, este é seu site no Brasil: http://ken-follett.com/br/.