domingo, setembro 13, 2015

[Filme] Cinderella

Olá  neblineiros!

Como estão? Viram como o blog esta recheado de resenhas fresquinhas nos últimos dias? E hoje eu estou trazendo mais uma resenha para vocês.

Título original: Cinderela
Diretor: Kenneth Branagh
Nacionalidade: Estados Unidos
Duração: 1h44min

☁ ☁ ☁ ☁ ☁



Sinopse: Após a trágica e inesperada morte do seu pai, Ella (Lily James) fica à mercê da sua terrível madrasta, Lady Tremaine (Cate Blanchett), e suas filhas Anastasia e Drisella. A jovem ganha o apelido de Cinderela e é obrigada a trabalhar como empregada na sua própria casa, mas continua otimista com a vida. Passeando na floresta, ela se encanta por um corajoso estranho (Richard Madden), sem desconfiar que ele é o príncipe do castelo. Cinderela recebe um convite para o grande baile e acredita que pode voltar a encontrar sua alma gêmea, mas seus planos vão por água abaixo quando a madrasta má rasga seu vestido. Agora, será preciso uma fada madrinha (Helena Bonham Carter) para mudar o seu destino...

Quem não se lembra do famoso clássico da Disney Cinderela?



Todo mundo já  deve ter visto. Seja quando criança ou com os filhos. Nos últimos anos a Disney tem levado para os cinemas clássicos em live - action. Já  vimos isso em Malévola e agora temos Cinderela e em 2017 teremos a Bela e a Fera e não para por ai.


Mas, chega de falar do futuro e vamos falar do filme do Kenneth ( para quem não se lembra ele foi o professor  Lockhart em a Câmara Secreta). Gente... eu fui surpreendida . 

O filme é rico em detalhes desde os figurinos (veja abaixo) até aos cenários deslumbrantes (infelizmente não achei fotos).

O enredo, é basicamente o filme de desenho animado, o que não te deixa entendiado. Adorei todas as cenas, principalmente quando ela muda seu vestido destruído pelas suas meias - irmãs e recebe outro de sua fada madrinha.

Falando nela, a atuação de Helena (Belatrix em Harry Potter) nos mostras as diversas fases da atriz. Lily James não passa despercebida também, a atuação dela como Ella é fofa. Agora... quem realmente rouba a cena é ninguém menos que Cate Blanchett no papel da madrasta.Ela tem os melhores olhares e a melhor interpretação.
O príncipe... não chamou muito a minha atenção Porém, ele não perde o charme do príncipe Encantado. 


O filme é cheio de efeitos especiais, principalmente nos animais amigos de Ella. 


Figurinos






Carruagem


Sapatinho





Trailler

Curiosidade

  • NÃO é baseado no conto dos irmãos Grimm


É um equívoco comum que de Cinderela (1950) e, posteriormente, Cinderela (2015) cortarem alguns dos elementos mais violentos e perturbadores do conto de fadas dos Irmãos Grimm (tal como as irmãs cortarem seus calcanhares e dedos dos pés, a fim de caber no sapatinho e os pássaros bicando seus olhos), com o intuito de tornar o filme mais familiar. Na verdade, a Disney não baseou o filme original em "Aschenputtel" dos Irmãos Grimm (século 19), mas sim em "Cendrillon", escrito por Charles Perrault em 1697. A versão de Perrault inclui a fada madrinha e a abóbora, que estão ausentes da versão Grimm, excluindo também alguns dos elementos mais sinistros. Ambos Cinderela (1950) e Cinderela (2015) creditam o filme como baseado na história de Perrault.

Espero que tenham gostado!

Até a próxima.

sábado, setembro 12, 2015

[Primeiras impressões] Todos os nossos ontens e A menina da Neve - Editora Novo Conceito

Olá  neblineiros? Tudo bom com vocês?  Nesse final de semana eu tive o prazer de ler os primeiros capítulos de dois novos lançamentos da nossa editora parceira a Novo Conceito.

Vamos conhece-los então?

Todos os nossos ontens

É  um livro de ficção científica da americana Cristen Terril. Nos primeiros capitulos somos apresentados a Em e Finn que por algum motivo estão  presos. Qual o motivo? Só  vamos descobrir nos próximos capítulos... rs

Adorei a narrativa da autora é simples e fácil compreensão. Ela irá nos levar ao passado das persnagens em uma maquina tempo e isso já me deixou mega curiosa para saber o que temos nos capítulos a seguir.

A menina da Neve

É um livro de ficção da autora Eowyn Ivey finalista  do prêmio Pulitzer da literatura. O início do primeiro capitulo foi meio sombrio e fiquei meio receosa de continuar, já  que eu não sou muito fã de suspenses, mas já lá no meio do capítulo começou a ficar interessante e somos apresentados ao modo de vida do casal que terá sua historia contada. A narrativa de Eowyn é  leve e a escrita fluída e quando vi ja havia chegado ao final da amostra.
Fiquei curiosa para saber o que vai acontecer com eles agora. Mas, nos resta apenas esperar esses lancamentos.

Fiquem de olho aqui no blog e nas nossas redes sociais. Logo mais tem resenha desses livros aqui.

Até  a proxima.



[LIVRO] Eu te darei o sol - Jandy Nelson - Editora Novo Conceito

Boa noite, neblineiros.
Hoje tem resenha especial para vocês! 




Sinopse: Noah e Jude competem pela afeição dos pais, pela atenção do garoto que acabou de se mudar para o bairro e por uma vaga na melhor escola de arte da Califórnia. Mal-entendidos, ciúmes e uma perda trágica os separaram definitivamente. Trilhando caminhos distintos e vivendo no mesmo espaço, ambos lutam contra dilemas que não têm coragem de revelar a ninguém. Contado em perspectivas e tempos diferentes, Eu Te Darei o Sol é o livro mais desconcertante de Jandy Nelson. As pessoas mais próximas de nós são as que mais têm o poder de nos machucar.



Preciso começar falando para vocês sobre como o livro me conquistou desde a sinopse. Quem nunca se sentiu em disputa com alguém próximo? Quem nunca amou e odiou alguém ao mesmo tempo? Essas pessoas são as que mais marcam nossas vidas e Jandy Nelson soube trabalhar com isso em sua obra muito bem.
 A história é contada sobre dois pontos de vista diferentes: Ora Noah narra os acontecidos e ora é Jude, sua irmã gêmea. O tempo em que a história é contada também varia, conforme os pontos de vista se alternam, mas isso surpreendentemente não deixa a obra confusa. 
 Noah é um artista nato, razoavelmente introspectivo e sozinho. Jude é a típica garota popular, cheia de amigas e cobiçada por todos os garotos da região. Os gêmeos tem comportamentos diferentes, mas pensam da mesma forma. Eles tem aquela lendária conexão de gêmeos que sempre ouvimos falar. Apesar da história se iniciar com os mesmos tendo apenas 13 anos em momento algum a escrita se torna infantil. Pelo contrário. A autora trabalha muito bem toda a problemática que vai surgindo no decorrer da obra. 
 Através destes conhecemos ainda seus pais e seus respectivos amores. Ah, o amor! Como adoro toda a intensidade dramática de Noah e toda a onda de boicote de Jude! Tem como se identificar com as duas coisas? Tem sim! Estou só amores pela história. Só amores! 
Os dois vivem competindo pela atenção dos pais, uma vez que Noah se sente desprezado pela pai e Jude acha que a mãe gosta mais de Noah, mas nada afeta a conexão entre os irmãos. Contudo, quando a mãe deles decide que os dois devem entrar para uma escola de arte tudo começa a mudar. Os segredos que cada membro da família Sweetwine guarda para si colaboram para isso e uma catástrofe é o toque que faltava para tudo mudar entre os irmãos, mas como dizem, família é para sempre, não é? 
Eu confesso a vocês que não consigo escolher. Simples assim. Não consigo escolher qual protagonista me cativou mais. Não consigo decidir qual gêmeo me ganhou! Os dois personagens são únicos e fascinantes!
Eu te darei o sol é uma das melhores obras que li esse ano. Sério. A escrita de Jandy Nelson é cativante, envolvente. Viciante. Ela te leva até o mundo dos personagens. Em um segundo você é Jude e em outro é Noah. Adorei a forma como a autora conseguiu trabalhar com situações sérias, dramas familiares e acontecimentos chocantes sob a perspectiva ora de duas crianças, ora de dois adolescentes, e mesmo assim o tema não ficou mal colocado, não foi forçado. Você entende os personagens, você é Jude ou Noah. Você é JudeeNoah durante toda a maravilhosa criação de Jandy Nelson.
A forma como a história de todos os personagens está entrelaçada com toda certeza é algo a se mencionar. Meu Deus, Jandy cria uma trama envolvente e completamente interligada de forma admirável. Todos os pontos se encontram antes do final da história, sem lacunas ou pontos obscuros mal resolvidos.
Há reis do drama e rainhas do mistério, mas Jandy Nelson é os dois. A imperatriz do dramistério! Em Eu te darei o sol você se depara com fatos minuciosamente conectados, dignos de famosas histórias de suspense policial, a dose certa de drama e a pitada ideal de uma loucura divertida que domina a mente dos personagens. Eu te darei o sol é surrealmente bom.
Por falar no assunto...Adoro personagens com pequenos níveis de insanidades como Noah se mostra desde o inicio e posteriormente, Jude. Como a mesma menciona na trama, parece que em certo ponto dos rumos os dois trocam de lugar, mas isso só te instiga mais a descobrir o porque disso. Você se vicia mais na história, se afeiçoa mais a eles, se é que isso é possível. A mudança de personalidade dos personagens existe, mas não é nada estranha ou imprópria. Super aprovado!!
Agora vamos ao meu comentário frívolo do dia: eu posso dizer que nunca achei que gostaria de um personagem chamado Oscar? Meu Deus – ou melhor, meu Clark Gable! – mas é isso que acontece. Ela usa o nome  para batizar um curioso personagem que durante o decorrer da trama se mostra o melhor par romântico de 2015, meus caros!!!
Vou dizer uma coisa para vocês. Eu tenho um papagaio também. Será que ele pode começar a chamar o Ralph pra mim? Há-Há Eu quero! 

Adorei os sóis usados para separar as cenas no livro.

Voltando a falar sério, a sagacidade da autora te surpreende com o final do livro e fiquei louca para uma continuação. Não estava pronta para desapegar dos personagens! Eu afirmo com toda a certeza que minha mente maluca tem que Eu te darei o sol é totalmente capaz de agradar os fãs de mistério, drama, Young Adult e romances. Poderia ser melhor?
Sim! Ainda não mencionei as ótimas frases da bíblia da vovó Sweetwine! Quero seguir aquilo pra vida! É muito divertido!!! Tô contigo, Jude!! 
 E ai, quem já leu Eu te darei o sol?  Vem me contar o que achou! 
Nesse fim de semana sai a parte 2 do meu post sobre o livro de colorir da obra hein? Venham ver! 
Beijão

quinta-feira, setembro 10, 2015

Autor do mês - Agatha Christie

A aniversariante do mês ganhou um destaque aqui no L&N, claro!



Agatha Mary Clarissa Miller, a rainha do crime, nasceu em 15 de setembro de 1890, na cidade inglesa de Torquay.  Sua irmã a introduziu no mundo da leitura e sua mãe sempre a apoiou a desenvolver seu talento para escrita.

Em 1914, Agatha se casou com o Coronel Archibald Christie, um piloto e com ele teve uma filha, chamada Rosalind, contudo, a autora se divorciou do mesmo em 1928. Corajosa para sua época, não?

O romance de estreia da autora, O misterioso caso de Styles, foi concebido no final da Primeira Guerra Mundial enquanto essa trabalhava no dispensário de medicamentos de uma enfermaria* e publicado em 1920. É um de seus maiores sucessos e hoje quase quatro décadas depois de sua morte, a escritora inglesa continua conquistando novas gerações de leitores com a obra. É uma de minhas favoritas.

Em 1926 a autora publicou uma de suas mais célebres obras: O assassinato de  Roger Ackroyd ainda com Poirot como detetive.
Já a obra assassinato na casa do pastor, publicado em 1930, trouxe uma nova protagonista para investigar os ocorridos: Miss Marple. Uma simpática e sagaz velhinha que tudo sabe e tudo descobre. É um dos clássicos mais aclamados da escritora.
O caso dos dez negrinhos ou E não sobrou nenhum foi publicado em 1939  e se tornou o livro mais vendido da autora e inclusive foi adaptado por ela para o teatro. Eu nunca o li, mas é a sua obra que me deixa mais curiosa!
Outra obra que ganhou versão interpretada foi  Assassinato no Expresso Oriente. Este foi publicado em 1934 e adaptado para o cinema em 1975, rendendo um Oscar a Ingrid Berman por sua atuação.

Cai o pano foi a última obra da autora publicada durante sua vida e traz o último caso resolvido pelo detetive Poirot.
 
 Um crime adormecido foi publicado em 1976 depois da morte de Agatha Christie e é o último livro de Miss Marple. 

Eu li apenas 4 obras da autora até hoje, mas acho sua escrita simplesmente genial e a homenagem no mês de seu aniversário é mais do que merecida!  

 

 

*informações retiradas de: http://www.lpm.com.br/site/default.asp?TroncoID=805134&SecaoID=948848&SubsecaoID=0&Template=../livros/layout_autor.asp&AutorID=608190

terça-feira, setembro 08, 2015

Aberturas de séries

Olá, pessoal!

Fim de semana perto! Coisa boa, hein? haha
Tempo - pelo menos para alguns - de descansar, de ver filmes e séries, ler livros...

Então, aproveitando esse clima, eu e as meninas pensamos em algo meio diferente. Hoje em dia, boa partes das séries não possuem abertura, apenas o "previously on..." e mostram os principais acontecimentos do episódios anterior. São poucas as que tem uma abertura e ainda mais raras as que tem uma boa abertura. Aqui selecionamos algumas para vocês.

Minhas aberturas favoritas:

Game of Thrones
Essa série já me conquistou pela abertura. Que coisa linda! Vemos o nome do elenco que aparece no episódio (se não me engano) e os lugares que também vão aparecer, surgindo do solo. Ainda temos essa música maravilhosa, que é o toque do meu celular <3


Ah, vejo certos nomes nessa abertura e... Saudades </3

Doctor Who
Essa série teve diversas aberturas, mas sempre com a mesma música, que foi mudando de arranjo com o tempo. Gosto das aberturas da era moderna, apesar da clássica também ser boa.
Aqui trago a primeira abertura, com o nome do Christopher Eccleston como o Nono Doctor e Billie Piper como Rose



Sugestão da Camilla:
Dexter

 "Uma abertura que eu assistia com maior prazer sem pular... A música é bem marcante. Estilo Hedwig's theme em Harry Potter"

Sugestão de Talita
The Big Bang Theory
Não tem como não cantar junto com essa abertura contando a história da humanidade rs



Sugestões da Bruna
New Girl
Série que conta as aventuras de Jess (Zoey Deschanel), seus colegas de apartamento e sua amiga. A abertura é mesmo muito fofa.



Flash
My name is Barry Allen and i'm the fastest man alive...
Não tem como ler esse pequeno texto e não ficar com a abertura na cabeça quando se assiste Flash, outra série que adoro.



Sugestão da Nina
Pretty Little Liars


Altos segredos nessa série. Nela vemos o desaparecimento da Alisson e alguém que se chama -A revelando coisas que não deveriam ser reveladas.  Agora,  quem é- A...

Bem, claro que tem diversas séries com boas aberturas, como Demolidor e True Blood, mas não dá pra colocar todas rs
E vocês tem alguma abertura favorita? Nos conte!

segunda-feira, setembro 07, 2015

[Série] Sense8

Prontos para mais uma resenha? Neste post vou falar do seriado "Sense8":


Diretor(es): Lana Wachowski
Andy Wachowski
Dan Glass
 James McTeigue
 Tom Tykwer

Episódios: 12
Gênero: Drama, Ficção Científica
Ano: 2015

☁ ☁ ☁ ☁ 


Sinopse: A série foca em oito personagens espalhados pelo mundo que se ligam mentalmente e emocionalmente após uma morte trágica. Juntos eles precisam não apenas entender o que aconteceu e o porquê, como também fugir de uma organização que está atrás deles para capturá-los e estudá-los.


Hoje trouxe para vocês uma das séries mais comentadas da atualidade: Sense8 (lê-se "sensate"). Como diz na imagem, a produção é original Netflix, ou seja, mais um pontinho para a empresa! Começo dizendo que apesar de ver muitos amigos e colegas assistindo esta série, de início eu era bem resistente. Na verdade, meu interesse de ver era zero. Mas a lavagem cerebral foi feita haha Principalmente após ver a seguinte frase de Nomi, uma das personagens:



"The real violence, the violence that I realized was unforgivable, is the violence that we do to ourselves, when we're too afraid to be who we really are."



"A verdadeira violência, a violência que eu percebi ser imperdoável, é a violência que fazemos com nós mesmos quando temos medo de ser quem realmente somos.”


Como dito na sinopse, a série acompanha oito personagens de diferentes lugares do globo que aos poucos descobrem uma ligação nascida de uma tragédia. Também aos poucos descobrem que tal ligação traz junto um grande perigo e que devem cuidar um dos outros para evitar sérias consequências.

O enredo da série é dinâmico e bem construído e apesar de nos primeiros episódios ser meio confuso, rapidamente as peças vão se encaixando e você, como espectador, vai mergulhando numa história sensacional. E daí a dificuldade de falar da série sem entregar nenhum detalhe. 
Por um ou dois momentos aconteceram situações que considerei um tanto absurdas, como por exemplo: dois "mocinhos" num tiroteio contra mais de cinco e depois um "de frente" para seu atacante e nenhum dos mocinhos é acertado, nem de raspão... Mas eu vou me ater ao que eu já disse para evitar spoilers.



Esses são os oito sensates. Oito pessoas completamente diferentes uma da outra e não só por conta de terem nascido em outro país, mas a série ganha mais um ponto por ter criado personagens com personalidades únicas. Cada um com sua história, seu drama. E todos são queridos, de forma que é impossível dizer que gosto menos de um ou outro. Todos são especiais de um jeito muito próprio, impossível de comparar, o que cai como uma luva para um dos temas tratados pela série: identidade.

A série também traz alguns rostos conhecidos como Alfonso Herrera que interpretou o Miguel de "RBD". Em Sense8, eles faz o papel de Hernando, namorado de Lito. Tem ainda o Aml Ameen (Capheus) que fez o Alby em "Maze Runner" e Freema Agyeman, na série Amonita, namorada de Nomi, que esteve na série The Carrie Diaries, como Larissa Loughlin.

Ao decorrer da série, eles têm que lutar contra uma organização que deseja estudá-los, onde lê-se matar rs e após terminar a primeira temporada, sinceramente, eu não consigo imaginar como a segunda será. No último episódio, teve meio que uma "sinuca de bico" e o fim não deixa muito para onde ir. Mas imagino que novos elementos entrarão nessa história.

Enfim, a série é realmente boa e vale a pena ser vista. Estou ansiosa para a segunda temporada e o rumo que irá ser tomado.
Obs: não é uma série com pudores, ou seja, tem muita cena de sexo!

E aí? Quem por aqui já assistiu Sense8?

10 Filmes Nacionais Que Você Deveria Ver

Olá, pessoas!

Hoje é dia 7 de setembro, dia da nossa independência! Ok, que, na real, o Brasil continuava sendo dependente de Portugal de diversas formas e que nosso proclamador estava ~fazendo necessidades fisiológicas~ quando falou "Independência ou Morte" (sim, aquele quadro no seu livro de História é uma mentira), mas pelo menos foi um começo da nossa caminhada.

É uma pena que nós não temos aquele sentimento de orgulho nesse dia, como os estadunidenses. Não dissemos Feliz Sete de Setembro por aí, nem decoramos a casa, nem vamos aos desfiles, nem nada. O Brasil não é um país tão horrível. Temos climas para todos os gostos, somos privilegiados geograficamente, pois não estamos numa borda de placa tectônica, reduzindo, assim, o risco de terremotos intensos e maremotos.
 Poderia dizer que não estamos em guerra que nem na Síria ou Afeganistão, mas temos nossa própria guerra para travar. E podemos falar que Dilma não é lá essas coisas sem medo de sermos presos, torturados e mortos. O problema do Brasil na realidade somos nós. Se nós melhoramos, ele melhora.

Enfim, não ficarei aqui exaltando nossa pátria amada. Vim aqui lhes indicar alguns filmes nacionais que deveriam ser vistos por vocês, caso não tenham visto. Posso até concordar que o nosso cinema não tem filmes tão bons, mas, sabe, se procuramos, acharemos coisas boas. Eis algumas!
Admito que não vi todos esses filmes, mas sei que devem estar na lista.

O Que É Isso, Companheiro? (1997)

Direção: Bruno Barreto
Roteiro: Leopoldo Serran



"O jornalista Fernando (Pedro Cardoso) e seu amigo César (Selton Mello) abraçam a luta armada contra a ditadura militar no final da década de 60. Os dois alistam num grupo guerrilheiro de esquerda. Em uma das ações do grupo militante, César é ferido e capturado pelos militares. Fernando então planeja o sequestro do embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Charles Burke Elbrick (Alan Arkin), para negociar a liberdade de César e de outros companheiros presos." (Adoro Cinema)

Não vi esse filme, mas pretendo. Ele retrata uma parte importante da nossa história, a ditadura militar, que foi um período cheio de censura e temor.

Olga (2004)

Direção: Jayme Monjardim
Roteiro: Rita Buzzar

Olga

Esse eu assisti e gostei. Ele conta a história da alemã Olga Benário (Camila Morgado), uma militante anti-nazista. Ela recebe a missão de proteger Luís Carlos Prestes (Caco Ciocler) durante sua viagem ao Brasil e vão juntos para o país, onde lutam contra o regime de Getúlio Vargas (Osmar Prado). O resto vocês sabem.
O filme pode até ter uma visão meio romantizada da história, mas ainda assim vale a pena ser visto. Outro capítulo da nossa história sendo retratado, mesmo que de forma indireta, pois o foco é ela. Vemos a Intentona Comunista "de dentro", sobre alguns fatos que levaram a outros e a outros que levaram ao final.
P.S: baseado no livro Olga, de Fernando de Morais.

Zuzu Angel (2006)

Direção: Sérgio Rezende
Roteiro: Sérgio Rezende e Marcos Bernstein

Zuzu Angel

Esse também não o assisti, mas pretendo. Outro filme retratando a ditadura militar, baseado em fatos reais. Conta a história de Zuleika Angel (Patrícia Pillar), estilista e mãe de Stuart (Daniel de Oliveira), militante do MR-8, um grupo que lutava contra o regime. Após o "sumiço" de seu filho, ela entra numa luta árdua para saber notícias dele, para saber o que houve e, quem sabe, para recuperar o corpo de seu filho. O filme Olga também tem algo parecido: a mãe de Preste, Leocádia (Fernanda Montenegro), também entra na justiça pelo direito de visitar o filho na cadeia e de criar a neta.


Carlota Joaquina - Princesa do Brasil (1995)

Direção: Carla Camurati
Roteiro: Carla Camurati e Melanie Dimantas

Carlota Joaquina, Princesa do Brasil

Esse eu assisti quando estava na quarta série rs Na época, não entendi muita coisa, mas anos depois vi de novo na tv e aí sim deu pra compreender melhor o filme. Não que seja complicado, mas não tinha conseguido prestar tanta atenção. Era criança, afinal de contas.
Bem, como o título diz, o filme conta a história da princesa espanhola Carlota Joaquina (Ludmila Dayer/(Marieta Severo), que foi prometida como esposa para o filho de D José, João (Marco Nanini), já que D. José tinha falecido.. Ela tinha treze anos quando casou e desde o começo mostrou-se frustrada com a corte portuguesa, com o marido e, mais ainda, com a fuga da corte pra cá em 1808.
Muito devem ter assistido aqui, seja na escola, seja na tv. Mas deve estar sim na lista, por que é bom, por que, também, conta parte de nossa história. E por que Marieta está ótima como Carlota.


Hoje Eu Quero Voltar Sozinho (2014)

Direção: Daniel Ribeiro
Roteiro: Daniel Ribeiro

Hoje Eu Quero Voltar Sozinho

Dessa vez esse filme não retrata fato histórico haha É um romance, digamos. Ele fala sobre Leonardo (Guilherme Lobo), um garoto cego de 16 anos que quer mais independência, mas tem uma mãe super protetora (Lúcia Romano). É solitário e só tem uma amiga, Giovana (Tess Amorin). Até que chega um aluno novo na sala, Gabriel (Fábio Audi), e eles ficam amigos. É um filme de narrativa leve, vale a pena ver.


Romance (2008)

Direção; Guel Arraes
Roteiro: Guel Arraes e Jorge Furtado

Romance

Outro filme muito legal e quase metalinguístico. Bem poético. É sobre Pedro (Wagner Moura), um ator e diretor de teatro amante de Shakespeare, que se apaixona por Ana (Letícia Sabatella), também atriz de teatro. Pra quem gosta de teatro, é um prato cheio, pois é onde a história ocorre. E também tem muitas referência a Tristão e Isolda e Shakespeare. Como eu disse, poético.

O Auto da Compadecida (1999)

Direção: Guel Arraes
Roteiro: Guel Arraes e Adriana Falcão

O Auto da Compadecida

Tem como falar de cinema nacional sem falar desse filme? Não! Já foi minissérie e já foi reprisado na Globo.
Nem preciso falar da história, né? Dois rapazes pobres, João Grilo (Matheus Nachtergale) e Chicó (Selton Mello) vivem de pequenos golpes pelo interior da Paraíba, até que se metem com o temido cangaceiro Severino (Marco Nanini) e tem de se virar pra escapar. Mas como assim, Lua?
Não sei, só sei que foi assim HAHAUAHE
Enquanto eles tentam escapar do Severino, vamos conhecendo alguns lugares por onde eles passaram e pessoas com quem eles interagiram. Conhecemos Dora, Rosa, o pai de Rosa, entre outros.


Tim Maia (2014)

Direção: Mauro Lima
Roteiro: Mauro Lima e  Antonia Pellegrino

Tim Maia

Depois de falar falarmos de história, falemos da nossa música. Existem sim, músicos brasileiros bons. Só precisamos procurar. Mas esse aqui é "mais antigo". Tim começou a carreira lááá na década de 50, ainda com os Sputniks rs Mas o sucesso veio umas duas décadas depois, com as músicas Azul da Cor do Mar, Primavera e muitas outras. O filme é narrado sob a perspetiva de Fábio (Cauá Reymond), um amigo de Tim. Vemos como era sua infância, sua juventude, sua passagem pelos EUA, seu sucesso, seu gênio difícil...
Tim tinha uma voz impressionante, era um compositor sensacional. Pena que nos deixou.
Fico imaginando o que ele acharia da música atual. Talvez elogiasse alguns poucos, mas a maioria ele ia falar que "era tudo quatro-quatro-meia".
P.S: a trilha sonora é sensacional!


Cazuza - O Tempo Não Pára (2004)

Direção:  Sandra Wernerck e Walker Carvalho
Roteiro:  Victor Navas e Fernando Bonassi

Cazuza - O Tempo Não Pára

Opa, mais um musical! De outro cara que era ótimo, tinha voz excelente, letra excelente... Mas se afundou nas drogas e na bebida (o Tim também), apesar de não ser isso que provocou sua morte.
Nesse filme, Cazuza foi interpretado por Daniel de Oliveira (sim, o mesmo que fez Stuart Angel em Zuzu Angel), que também cantou no filme. Vemos o começo de sua carreira, seus tempos no Barão Vermelho, sua carreira solo, as complicações causadas pela AIDS, sua vida boêmia... E , claro, a trilha é muito boa.


Somos Tão Jovens (2013)

Direção: Antônio Carlos da Fontoura
Roteiro: Marcos Bernstein

Somos Tão Jovens

Mias um musical, Lua? Sim, mas juro que é o último rs Dessa vez fala da vida de Renato Russo (Thiago Mendonça). Desde o tempos de professor, do Aborto Elétrico até o Legião. Eu gostei do filme, apesar de achar que poderiam abordar mais a época do Legião.


Bônus:
Central do Brasil (1998)
Direção: Walter Salles
Roteiro:João Emanuel Carneiro e Marcos Bernstein

Central do Brasil

É um dos filmes mais aclamados do cinema nacional. Como vi tem muitos anos, não me lembro muito dele, apesar de lembrar de ter gostado. Bem, tendo Fernanda Montenegro no elenco deve ser coisa boa.
A personagem de Fernanda trabalha na estação que dá o nome ao filme escrevendo cartas para analfabetos. Um de suas clientes pede pra escrever ao ex-marido que o filho dele quer visitá-lo. Poderia ser só mais uma carta se não acontecesse uma reviravolta, digamos.
Fernanda ganhou o Globo de Ouro por esse papel e foi indicada ao Oscar. Pretendo rever o filme pra relembrar da história e ver se é tão bom quanto dizem.

E vocês? Quais nacionais quer ver? Quais são seus preferidos? Vem aproveitar a neblina no céu e corre contar aqui pra gente.

Beijos


sábado, setembro 05, 2015

[LIVRO] Eu te darei o sol - livro para colorir - parte I - Editora Novo Conceito

E ai, neblineiros? Como estão?

Já notaram como a vida da gente é estressante? Vivemos sempre sem tempo, correndo pra lá e pra cá e nossa, que loucura!!

Fiquei muito feliz quando a Editora Novo Conceito me mandou um livro para colorir da obra Eu te darei o sol!



O livro de colorir traz trechos do livro Eu te darei o sol e faz menção aos desenhos feitos pelo protagonista Noah. É bem interessante poder visualizar o que ele nos descreve!!


Comecei o post falando de stress porque descobri é muito relaxante pintar desenhos!

Enquanto eu pinto eu sinto que esqueço todos os problemas do cotidiano! É algo tão simples e surrealmente bom! É uma forma de se desligar - literalmente às vezes - do mundo e de tudo!





Eu escolho geralmente ambientes bem iluminados por luz solar, já que me sinto mais tranquila para relaxar sob essa luz. É melhor para ver a exata cor que estou colocando na imagem também! Super indico, gente!



 Logo mais eu volto pra mostrar o restante do que ando pintando! 

Beijão


[FILME] Exterminador do Futuro Gênesis

Olá, pessoal!
Após um tempo sem resenhar, trago-lhes aqui uma resenha de um filme recém-saído de cartaz, que eu tava querendo muito assistir no cinema e não pude. Vi há algumas semanas e até que gostei.
Falo de O Exterminador do Futuro: Gênesis


Nome original: Terminator Genisys
Direção: Alan taylor
Roteiro: Laeta Kalogridis e  Patrick Lussier

☁ ☁ ☁

Confesso que estava ansiosa para ver esse filme, principalmente depois de saber que Emilia, Arnold, Jai e Matt estariam no elenco. estava ansiosa para ver minha Khaleesi de um jeito novo e o que meu Doctor faria nesse filme - pois o personagem dele ainda era um mistério pra mim. Bem, devo dizer que não em decepcionei. As atuações estão brilhantes, como imaginei. embora eu ache que o filme peca um pouco no roteiro, pois meio que a trama invalida tudo o que ocorreu nos dois primeiros filmes.

"Boa noite para caminhar, não?
"Boa noite para caminhar"

Nesse filme, vemos Kyle Reese (Jai Courtney - Divergente) ser enviado por John Connor (Jason Clarke) para 1984 com o objetivo de proteger sua mãe, Sarah (Emilia Clarke - Game of Thrones), ao mesmo tempo em que a Skynet envia um Exterminador para matá-la. Porém, John é atacado enquanto enviava Kyle, o que resultou numa alteração do passado, fazendo com que Sarah não precisasse mais ser protegida, pois o Guardião (Arnold Schwarzenegger) a protegera quando tentaram matá-la aos nove anos, e estão juntos desde então. A missão agora era deter a Skynet em 2017, que, sob o sistema operacional Gênesis, vai ficar on line em breve e assim iniciar a guerra contra os humanos.

Como assim, Lua? Sarah não era uma garçonete? Era, meus caros. Era. Agora ela é uma mulher forte, lutadora, que desde cedo soube sobre a Skynet e Julgamento Final e lutou contra isso antes do Kyle chegar. Pra mim, é onde roteiro peca, pois, se ela sofreu o atentado aos nove anos, é como se os dois primeiros filmes não tivessem acontecido. Ah, e o vilão... Esse vilão também foi um erro, eu acho. Colocar quem eles colocaram como vilão não fez muito sentido. Isso também invalida os dois primeiro filmes.

Apesar disso, eu ainda recomendo. Por que? Por que as atuações valem a pena de serem vistas, Apesar do roteiro, Emilia, Jai e Arnold foram um time e tanto, digno da franquia.
Mas, Lua, e o Matt? Que papel ele faz? Se eu disser, é spoiler. Só assistindo para descobrir.

E, bem, mesmo tendo esse elenco, os dois primeiro filmes são bem melhores. Se JAmes Cameron dirigisse, acho que seria bem melhor. Mas ok.

sexta-feira, setembro 04, 2015

[Série] Downton Abbey

Ola neblineiros!

Tudo bem com vocês? Viram que agora temos um índice para facilitar a busca no blog? Hoje eu trago para vocês a aclamada série britânica Downton Abbey, que já tem data de encerramento, em 2016.
Nome Original: Downton Abbey
Criada por: Julian Fellowes
Nacionalidade: Britânica
Duração  dos episódios: 68 min

☁ ☁ ☁ ☁ ☁


Sinopse: No início do século XX, a família Crawley luta para manter o legado de Downton Abbey. Após a morte de um parente que estava à bordo do Titanic, Robert Crawley (Hugh Bonneville) descobre que o novo herdeiro da propriedade é um sobrinho distante, Matthew Crawley (Dan Stevens), um advogado com pensamentos modernistas. Enquanto Robert e sua esposa Cora (Elizabeth McGovern) se preocupam com o futuro das suas filhas, Mary (Michelle Dockery), Edith (Laura Carmichael) e Sybil (Jessica Brown Findlay), os empregados da mansão trabalham para manter a rotina da família, com todas as regras da época.


A primeira vez que ouvi falar nessa série foi em Homem de Ferro e fiquei um pouquinho curiosa, mas nunca inclui na minha lista de séries para assistir. Até que o professor de inglês  sugeriu que a turma assistisse como meio de acostumar o ouvido com o inglês  dos britânicos e quinta-feira passada resolvi dar uma pequena chance a familia Crawley e me apaixonei.

Somos apresentados a uma família  aristocrata no inicio do século  XX que luta para manter a sua herança dentro da família.  Naquela época a fortuna era passada para os herdeiros do sexo masculino, algo já  observado pela escritora Jane Austen, em seus livros como Orgulho e Preconceito.

Com a tragédia do Titanic,as coisas tornam a virar um caos já que o herdeiro estava a bordo.Então começa uma "corrida" para descobrir quem é o novo herdeiro e como não perder a fortuna já que os Crawley só tem filhas. No decorrer das descobertas vamos observando como era a politica da época. Coisas que para nós hoje é super normal para eles não era, como o fato da mulher poder votar. Usar calça... nem pensar. O legal é ver que até os empregados dão os seus palpites, algumas vezes sem o patrão ver e outras na frente deles, o que gera cara engraçadas.

Um ponto importante é a atuação da matriarca da família Violet, interpretada por Maggie Smith (Prof. Minerva McGonagall da série Harry Potter) que em alguns momentos aceita bem a modernidade do século e em outros sente falta dos tempos passados.


Pontos abordados


  • Hereditariedade
  • Política e voto da mulher
  • Gravidez
  • Homossexualidade
  • Casamento entre classes
Apesar de ser uma série de época Downton tem recebido críticas positivas e recebeu muitas indicações desde a 1ª Temporada (2010). Em 2011 entrou para o Guinness Book  de 2011 como o "programa de televisão em língua inglesa mais aclamado pela crítica" do ano, no qual também recebeu o título de melhor minissérie no Emmy. No ano seguinte, venceu na categoria melhor minissérie ou filme para televisão no Globo de Ouro.

Curiosidades


  • Ficou de fora
Gillian Anderson não aceitou interpretar a personagem Lady Grantham.

  • Sucesso nos Estados Unidos
Em 2012, Downton Abbey se tornou a série britânica mais indicada ao Emmy, com 16 indicações na 64ª edição da premiação.

  • Personagens especiais
Segundo o roteirista Julian Fellowes, os personagens de Hugh Bonneville, Brendan Coyle e Maggie Smith foram escritos especialmente para os atores.

  • Custo de produção

Segundo o livro "The World of Downton Abbey", de Jessica Fellowes, os episódios da série custam cerca de £1 milhão.

  • Castelo inglês

A série Downton Abbey é gravada no "Highclere Castle", residência da família Carnarvon, no Reino Unido. No entanto, as cenas das áreas de serviço são filmadas em estúdios de Londres.

Confira abaixo algumas fotos:





Figurino





quinta-feira, setembro 03, 2015

Lançamentos do mês - Editora Novo Conceito

Esse mês temos livros extremamente empolgantes sendo lançados pela Editora Novo Conceito! Vamos ver?


Sinopse:  
Nick suportou o bullying de várias maneiras por ser “;diferente”;.
Entretanto, ele aprendeu que não se deve entrar no jogo de um bully — e nem você deve ser um. Em Fique Forte, Nick mostra algumas estratégias para criar “;um sistema de defesa”;, que permitirá enfrentar os bullies e o motivará a desenvolver sua autoconfiança.

Nenhum bully pode definir quem você é.

Você está sofrendo com o bullying? Você pode enfrentar isso, porque tem mais poder sobre seus sentimentos e sua vida do que imagina! Basta conhecer Nick — o homem sem braços nem pernas, e que tem uma vida absolutamente boa!




Sinopse:

A primeira experiência amorosa de Nina não foi nada boa. Diante de tamanha decepção, a garota não quer saber de namorados e seu coração virou uma pedra de gelo. No colégio, os garotos lançam uma aposta a Lex, o grande pegador , daqueles que arrancam suspiros até mesmo de objetos inanimados. Será que ele, com todo seu poder de sedução, conseguirá conquistar o coração de Nina? De forma hilária e dinâmica, a autora levará os leitores a uma viagem inesquecível, na qual a amizade e o amor reinarão em absoluto... Até que uma vingança surja em cena para estragar tudo. Quem sairá vencedor?
Façam suas apostas. O jogo está prestes a começar.
 



Sinopse:

A primeira experiência amorosa de Nina não foi nada boa. Diante de tamanha decepção, a garota não quer saber de namorados e seu coração virou uma pedra de gelo. No colégio, os garotos lançam uma aposta a Lex, o grande pegador , daqueles que arrancam suspiros até mesmo de objetos inanimados. Será que ele, com todo seu poder de sedução, conseguirá conquistar o coração de Nina? De forma hilária e dinâmica, a autora levará os leitores a uma viagem inesquecível, na qual a amizade e o amor reinarão em absoluto... Até que uma vingança surja em cena para estragar tudo. Quem sairá vencedor?
Façam suas apostas. O jogo está prestes a começar.
 
 
Sinopse:

Por quase 30 anos, quando a brisa de Londres torna-se mais quente, Daniel caminha pelas margens do Tâmisa e senta-se em um banco. Entre as mãos, tem uma folha de papel e um envelope em que escreve apenas um nome, sempre o mesmo. Ele lista também algumas coisas: os desejos e o que gostaria de falar para sua filha, que ele nunca conheceu. Alice tem 30 anos e sente-se mais feliz longe de casa, sob um céu estrelado, rodeada pela imensidão do horizonte, em vez de segura entre quatro paredes. Londres está cheia de memórias de sua mãe que se fora muito cedo, deixando-a com uma família que ela não parece fazer parte. Agora, Alice está de volta porque seu pai está morrendo. Ela só pode dar-lhe um último adeus. Alice e Daniel parecem não ter nada em comum, exceto o amor pelas estrelas, cores e mirtilos. Mas, acima de tudo, o hábito de fazer listas de dez coisas que os tornam tristes ou felizes. O amor está em todas as partes desta história. Suas consequências também. Sejam boas ou más. Até que ponto uma mentira pode ser melhor do que a verdade? 
 

Sinopse:

A bem-sucedida corretora de imóveis de Seattle, Mia Sullivan, não é nada boba... A não ser naquela única semana em que entregou seu coração a um músico sensual, que não lhe deu nada em troca além de dias e noites perfeitas em sua cama. Apesar de ter jurado que nunca mais o veria, ele foi o único homem de quem não conseguiu se esquecer.

Um dos roqueiros mais desejados do mundo, Ford Vincent pode ter a mulher que quiser... exceto Mia Sullivan. Agora ele sabe que as milhares de fãs que cantam suas músicas não podem preencher o seu vazio. Só o amor de Mia tem esse poder então, ele jura fazer tudo o que for preciso para conquistar o coração dela novamente. Depois de um reencontro, uma atração intensa surge entre eles. Será que, finalmente, Mia e Ford irão descobrir um amor forte o suficiente para durar para sempre?
 
Sinopse:

Tô de volta, meus lokões e lokonas!

Pra deixar vocês ainda mais ligados nas minhas aventuras.

Como todo adolescente, eu já aprontei bastante e sobrevivi a muitos sentimentos. Alguns deles eu descrevo nos vídeos do canal EU FICO LOKO, onde tem uma galera que me acompanha. Outros, guardo para estes encontros especiais que tenho com vocês, através dos meus livros. Viagens, escola, festas, namoros, amigos, família, Copa do Mundo... Cada um desses assuntos traz ótimas recordações. E muitos segredinhos também. Se você gostou das histórias do meu primeiro livro, vai ficar ainda mais ligado nas situações que reservei para esta continuação! Ou, como eu adoro dizer, as histórias que tive medo de contar no primeiro livro.

Ficou curioso? Então chega mais!
 
 
E ai, quais vocês ficaram ansiosos para ler? Eu queria ter meu dia todinho livre pra ler todos! hahaha 
 
beijão