domingo, novembro 22, 2015

[Livro] A teia de Aranha

Olá neblineros!

Como estão? Hoje temos, mais uma resenha da Raiha do Crime, Agatha Christie, de um romance praticamente inédito aqui no Brasil.


Título Original: Spider's Web
Autora: Agatha Christie
Páginas: 176

☁ ☁ ☁



Sinopse: Como foi que o corpo do desagradável Oliver Costello apareceu na sala da casa de campo do distinto casal Henry e Clarissa Hailsham-Brown? A chuvosa tarde de março decorria tranquila, e nenhuma das pessoas lá presentes parecia ter interesse no crime. Acreditando tratar-se de um acidente, Clarissa decide esconder o cadáver. Está às voltas com a penosa tarefa quando surge o inspetor Lord, um diligente policial que recebeu um telefonema denunciando o homicídio.

Se você for novo na leitura aqui no blog, saiba que eu sou uma grande fã da Agatha, só que vai achar um pouco estranha a minha opinião sobre esse livro, mais não se assuste, temos várias resenhas dela aqui no blog que você pode conferir  indo no nosso campo de busca.

Esse, foi um dos livros da Ágatha, mais difíceis para eu ler. A teia de Aranha, é um livro inédito aqui no Brasil, pois ele foi adaptado do teatro para a forma de livro por Charles Osborne.

O começo do livro não é do tipo que prende a tenção do leitor, mas, conforme vai avançando a leitura você começa a se prender um pouco na história graças a personagem de Clarissa, que faz a vez de Hercule Poirot nessa trama.

A trama se desenvolve muito bem depois que o assassinato acontece, pois é a apartir desse momento que a história ganha forma. A escrita de Ágatha é é tão Ágatha que até o caso se desenvolver, você fica tentando descobrir junto a Clarissa quem assassinou Oliver Costello, e a conclusão pega o leitor de surpresa.

Na minha visão de fã, talvez o livro não tenha me prendido tanto pelo simples fato de ter sido adaptado por outra pessoa  (Charles Osborne) e não a própria Ágatha, e talvez isso tenha prejudicado a leitura. Tirando isso, vida que segue, temos uma assassino a solta e um cadáver, a visita do primeiro ministro é aguardada na casa de Campo de Henry e Clarissa, e até o caso ser solucionado, ninguem pode sair.

Aconselho a você ler, quando estiver com vontade de dar uma pausa nos livros longos ou até nas Sagas, pois é uma leitura indicada para um final de semana.

Ao finalizar a leitura, não esqueça de nos contar o que achou ok? Boa leitura e até a próxima.

domingo, novembro 15, 2015

[Filme] Pixels

Olá neblineiros!

Tudo bem com vocês? Hoje eu trago a resenha de um filme do Adam Sandler para vocês. 

Título Original: Pixels
Diretor: Chris Columbos
Nacionalidade: Estados Unidos
Duração: 1h46min

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Sinopse: A humanidade sempre buscou vida fora da Terra e, em busca de algum contato, enviou imagens e sons variados sobre a cultura terrestre nos mais diversos satélites já lançados no universo. Um dia, um deles foi encontrado. Disposta a conquistar o planeta, a raça alienígena resolveu criar monstros digitais inspirados em videogames clássicos dos anos 1980. Para combatê-los, a única alternativa é chamar especialistas nos jogos: Sam Brenner (Adam Sandler), Eddie Plant (Peter Dinklage), Ludlow Lamonsoff (Josh Gad) e a tenente-coronel Violet Van Patten (Michelle Monaghan).

Eu não sou mega fã do Adam Sandeler, para começo de conversa, e eu não li e ouvi críticas muito boas desse filme, mas mesmo assim eu me arrisquei a assistir e achei muito bom por sinal.

O filme tem início da década de 80 quando a moda era a molecada ir para os famosos fliperamas e passar o dia lá jogando videos games. Logo conhecemos Sam, um garoto que é muito bom em fliperama principalmente no Pac - Man. 

Na intenção de incentivar o seu amigo, Will o leva para 1ª Competição de Fliperama , no qual ele estava indo muito bem até Eddie aparecer na competição, apesar das coisas não irem muito bem para Sam a competição foi gravada pela Nasa e enviada para o Espaço como mensagem para os extra-terrestres.

Como um bom filme de ficção científica é claro que os alienigenas respondem e de uma forma nada esperada, convidando os terráqueos para uma partida de fliperama. É a partir desse momento que toda a trama se desenvolve, e em 1h e 46min de filme, você vai encontrar ação e comédia como Adam Sandler sabe fazer.

O que me chamou atenção nesse filme foram os efeitos visuais utilizados para dar "vida" a jogos como "Pac- Man", "Frog" (esses eu jogava), isso nos mostra como a tecnologia tem avançado para nos trazer sensações e imagens para a tela do cinema.

Abaixo você confere algumas imagens do filme.




Com uma trilha sonora nostálgica dos anos 80 e atuações excelentes, Pixels é um filme para toda a família, ou para assistir sozinho e dar boas risadas, afinal, quem nunca quis encontrar uma dessas personagens pessoalmente?


Curiosidades

  • Do curta ao longa

Pixels desenvolve a história do premiado curta-metragem de mesmo nome, dirigido por Patrick Jean e distribuído pela One More Productions, em 2010.


  • Criador do Pac-Man

O personagem do Professor Iwatani baseia-se no real criador do Pac-Man, Toru Iwatani.


  • Contagens verídicas


As pontuações mais altas dos vídeo-games no filme são baseadas em contagens reais. A pontuação de Sam Brenner (interpretado por Adam Sandler) de 3.333.360 é a mais alta possível (perfeita) do Pac-Man, primeiramente alcançada por Billy Mitchell. A pontuação de Ludlow Lamonsoff Centipede (interpretado por Josh Gad) de 16.389.548 é apenas um ponto superior ao real recorde mundial de Jim Schneider. A pontuação de 1.068.100 de Eddie Plant (interpretado por Peter Dinklage) no Donkey Kong é apenas 100 pontos a mais do que o ex-recordista mundial Hank Chien.

Fonte: AdoroCinema

quarta-feira, novembro 11, 2015

[LIVRO] Romances de Cora Carmack - Editora Novo Conceito



Perdendo-me (Cora Carmack)

Bliss, incentivada pela amiga do curso de teatro, decide perder sua virgindade a qualquer custo. Para isso, veste-se de forma mais ousada e vão à um bar à caça do cara certo. Depois de alguns flertes infrutíferos, conhece um inglês misterioso que acaba no fim da noite em sua cama. Na hora H, desiste com a desculpa de buscar uma gata que não existe. O que ela não poderia prever é que daria de cara com o mesmo sujeito na aula do dia seguinte: Garrick era seu novo professor. Com a aproximação se vê obrigada a adotar uma gata para sustentar a mentira. Sutilmente clichê, a história prende o leitor do começo ao fim intercalando momentos de intensa paixão com cenas engraçadas.


Mantendo-me (Cora Carmack)

Depois de oito anos morando fora, Garrick volta a Londres para apresentar Bliss, sua noiva, à seus pais. Novos desafios colocam em xeque a escolha de Garrick viver de teatro. Assim como no primeiro livro da sequência, a autora recorre a cenas constrangedoras que deixam a leitura leve e divertida, mas com um toque a mais de maturidade nas reflexões e dilemas vividos pelos personagens.


Fingindo (Cora Carmack)

Cade supera sua paixão por Bliss ao conhecer Max que entra em sua vida de forma veloz e intensa. Tudo começa quando ele finge, a pedido dela, ser seu namorado. O problema é que ele não faz um personagem, comporta-se de forma verdadeira, conquistando a confiança de seus pais. E Max, que não é um tipo de garota comum (roqueira, cabelo rosa, tatuagens e piercing), sente seu coração arrebatado pelo rapaz perfeito aos olhos dos pais tradicionais; bem diferente dos diversos tipos que já passara por sua vida. No entanto, o passado de Max volta a todo o momento para atormentá-la, deixando-a vulnerável e insegura em manter um relacionamento com Cade. Ele por sua vez, resignado no passado, agora precisa aprender lutar por ela. Esse terceiro livro da sequência apresenta uma trama mais elaborada, destacando a evolução de Cora Carmack como autora.


Encontrando-me (Cora Carmack)

Após a formatura, Kelsey viaja sozinha pela Europa. Depois de conhecer muitos países se hospedando em albergues, muita bebida e sexo casual, ela conhece o misterioso Hunt que praticamente se torna seu anjo da guarda. Ela tenta de todas as formas o seduzir, mas ele parece resistir aos seus encantos por algum motivo que Kelsey desconhece. Hunt aos poucos derruba as barreiras dela e a faz por para fora um passado que ela queria esquecer, mas que a impede de ter relacionamentos duradouros; em contrapartida ele não divide com ela seus próprios segredos. Uma leitura que no início é entediante precisará de um pouco mais de paciência do leitor que será conduzido para uma paixão de carga explosiva e avassaladora.


No geral gostei muito da leitura. O primeiro livro “Perdendo-me” tem todo um frescor e leveza que agrada muito os leitores na casa dos vinte anos, mas destacaria o “Fingindo” como a melhor trama (foi que mais me agradou e o que li com mais velocidade). No entanto, mesmo com um começo arrastado (que me fez por várias vezes ter vontade de desistir da leitura), o melhor final, sem dúvida, é o do último livro –– bem clichê, do jeito que eu gosto! 

Escrito por Maria Angélica Constantino, nova colunista do Blog Livro e Neblina.

segunda-feira, novembro 02, 2015

[FILME] Ponte dos espiões

E ai, neblineiros? Como foi o Halloween de vocês? Espero que tenha tido sua dose de terror! 

Vocês lembram do Guilherme Garbin? Ele foi colunista aqui do blog por um tempo. Nós somos bons amigos e hoje o Guilherme estava afim de assistir o filme Ponte dos espiões e eu fui ver com ele. 







Quando ele me falou a sinopse do filme e de seu teor jurídico eu já me interessei e tive ótimas impressões sobre o filme. Com a direção de Steven Spielberg não poderia ser diferente, não é?

Inicialmente somos apresentados a Rudolf Abel ( Mark Rylance), contudo, como protagonista temos o personagem James Donovan ( Tom Hanks), um advogado de seguradoras que é convidado pela Ordem a defender Rufolf da acusação de ser um espião soviético roubando informações dos EUA. 

Já em um primeiro momento, é fácil de se notar que todo o judiciário deseja que James faça a defesa de Rudolf apenas como um cumprimento a uma mera formalidade, apenas para fornecer superficialmente o devido processo legal ao acusado, evitando a alegação de cerceamento de defesa, contudo, não é isso que James Donovan faz. Mesmo se tornando uma pessoa publicamente odiada e indo contra os desejos de sua família e sócios, ele abraça a causa e representa dignamente seu cliente. 

Frisa-se que a história retratada na obra de Spielberg é baseada em fatos reais ocorridos na época da Guerra fria, o que torna a postura adotada por Donovan ainda mais admirável.

Mesmo apresentando um precedente na defesa dos direitos de seu cliente ( ah, como é interessante o Common Law!) e defendendo a ausência de um mandado, que tornaria as provas encontradas ilícitas, o juízo ignora toda a argumentação de Donovan e de forma completamente pavorosa e parcial informa em júrí que condenaria Rudolf Abel, assim como o júri o fez.

Demonstrando persistência, James Donovan busca reformar a decisão na Suprema corte, entretanto, é curioso notar como estas tendem a fornecer decisões políticas e não necessariamente técnicas e assim, ele recebe mais um insucesso. 

Após alguns acontecimentos, Donovan se vê embarcando para a Alemanha Oriental afim de realizar uma negociação de troca de prisioneiros: Rudolf Abel por Francis Gary Power, um jovem piloto americano feito prisioneiro pela URSS após a queda do U2. 

Ao descobrir que eles estão com Frederic  Pryor, mais um norte-americano, James Donovan faz de tudo para conseguir através de negociações diplomáticas sair o mais rápido da Alemanha Oriental levando os dois norte-americanos consigo, mesmo não sendo esse o interesse dos EUA. Questões éticas e morais são levantadas aqui, o que torna a análise do filme ainda mais interessante.

O cenário é bem detalhista e a  ambientação é muito bem feita, merecendo o filme nota 5. 

domingo, novembro 01, 2015

Especial Halloween - 5 seriados de terror/suspense

Ontem foi Dia das Bruxas, ou, como é mundialmente conhecido, o Halloween. Infelizmente, esse não é um feriado popular, digamos assim, no Brasil, porque eu simplesmente adoro a ideia de festa a fantasia ainda mais nessa temática de terror.

Como já confessei anteriormente aqui pelo LeN, quando era pequena costumava assistir MUITO filme de terror. Conforme cresci, entretanto, eu passei a ficar impressionada facilmente, coisa de não dormir rs. Mesmo que hoje em dia isso tenha diminuído um pouco, filmes de terror baseados em fatos são coisas que eu evito de QUALQUER forma.


Mas, hoje, não estou aqui para falar de filmes e sim de seriados. Por mais estranho que pareça, eu simplesmente amo seriados que sejam do gênero terror e/ou suspense... vai entender hehe Porém acredito que como as séries de TV envolvam um enredo mais elaborado e não se construam apenas em cima do terror e suspense, propriamente ditos, como nos filmes, eles acabam ficando mais """"leves"""".

Preparei então uma listinha de 5 seriados do gênero. Deixe a luz acessa e vamos lá o/

1. Penny Dreadful

Sinopse: Em Penny Dreadful, alguns dos personagens mais famosos e assustadores da literatura mundial, como o Dr. Frankestein e sua criação, o eternamente jovem Dorian Gray e icônicas figuras do romance Dracula, estão todos vivendo nos cantos obscuros de Londres Vitoriana.

Essa é uma das minhas preferidas atualmente. Com bruxas, vampiros, mortos-vivos e demônios, ela traz uma mistura deliciosa de terror e suspense. Ainda por cima tem a maravilhosa da Eva Green, cuja atuação é impecável (destaque forte pro episódio 2 da 1ª temporada). Sério, gente, Evinha é muito amor <3 A série encaminha-se para a terceira temporada e eu mais que indico.

2. Hannibal

Sinopse: Will Graham (Hugh Dancy) é um talentoso fornecedor de perfis criminosos que está em busca de um serial killer, com a ajuda do FBI. A forma única de Graham pensar dá a ele a habilidade de ter empatia com qualquer um – até mesmo psicopatas. Ele parece saber o que os afeta. Entretanto, a mente do homem procurado é muito complicada, até mesmo para Graham, portanto, ele busca pela ajuda do Dr Hannibal Lecter (Mads Mikkelsen) – um dos maiores psiquiatras do país. Armado com o conhecimento do brilhante doutor, Will e Hannibal formam uma parceria brilhante, da qual nenhum criminoso escapa.

Pra mim, uma das maiores injustiças de 2015. Devo dizer que o piloto dessa série não me agradou. Mas graças a Merlim eu dei continuidade. Eu amo o tema "serial killers", mas "Hannibal" não era apenas sobre isso. Em alguns momentos, sim, ela exagerava em termos de complexidade, com diálogos um tantinho difíceis. Mas visualmente era um deleite só. Os efeitos visuais eram hipnotizantes e as atuações muito boas. Preciso falar que me apaixonei pelo Mads. Eu não conheço muito/não sou super fã da história de Hannibal, apenas vi os filmes (pretendo ler os livros um dia), mas prefiro o jeito como o enredo foi retratado na série. Infelizmente, após três temporadas, devido a baixa audiência (eu não consigo entender...), ela foi cancelada </3.

3. The Walking Dead

Sinopse: A série inicia com o xerife Rick Grimes sendo ferido após travar um tiroteio com criminosos armados. Ele entra em coma e desperta semanas depois, em um hospital abandonado e danificado. Ao sair do hospital, Rick descobre-se em um mundo pós-apocalíptico dominado por mortos-vivos. Rick inicia uma perigosa jornada para Atlanta, onde acredita-se que o 'Centro de Controle e Prevenção de Doenças' tenha criado uma zona de quarentena onde sobreviventes podem ficar a salvo. Ao chegar a Atlanta, ele logo descobre que a cidade foi dominada pelos mortos.

Eu preciso dizer algo sobre essa série? Zumbis, zumbis, morte, zumbis, drama, fim do mundo. É meio isso rs Agora sério, TWD está na sua sexta temporada e é cada vez mais um grande sucesso. Apesar de alguns episódios serem mais mortos (piadinha hehe), outros são tão cheios de tensão e suspense, onde você quase ganha um ataque de coração. Fora que é de arrepiar os cabelos e meio impossível pensar "e se fosse eu ali?". Sinceramente, acredito que não ia durar muito. Minhas pernas sedentárias iam me entregar na primeira corrida necessária. E esses zumbis, hein? Imagina só encontrar um desse enquanto anda pela rua? Credo!

4. Salem

Sinopse: No Século XVII, Mary Shibley é a ex-namorada de John Alden, um homem que há dez anos partiu para a guerra, sendo capturado pelos índios. Agora ele volta para Salem onde encontra Mary casada com George, um homem mais velho que ela, porém rico e membro do Conselho da cidade. Mas sua maior surpresa é descobrir que a cidade está dominada pelo delírio da caça às bruxas, liderada pelo aristocrata Cotton Mather.

Por enquanto, desta série, eu só assisti o piloto, um tempinho atrás. Eu gostei médio do episódio e acabei deixando de lado por conta de outras prioridades. Contudo, fato é que o bicho pega. Com cenas fortes, sem medo de ser feliz, a série traz terror sim e se reclamar ainda te deixa sem dormir. Quero muito voltar a ver, ainda mais porque tenho conhecidos no facebook que colocam a mão no fogo dizendo que ela melhorou significantemente.

5. Scream Queens

Sinopse: Assim como “American Horror Story”, cada temporada contará uma história diferente. A 1ª temporada será centrada em uma série de assassinatos que ocorrem em um campus universitário. Novas configurações e histórias serão apresentadas nas temporadas subsequentes da antologia.

"Scream Queens" está para um estilo mais trash de suspense. Eu to acompanhando aos poucos e tenho gostado. Porém vejo muitos reclamando... Enfim, realmente não é uma série que tem o potencial de "agradar massas", acredito que justamente por ser mais trash. O humor está presente e claro, deixa as coisas mais leves. Além disso, os personagens são bem forçados e estereotipados, digamos assim e o Ryan consegue brincar bastante numa linha entre o humor e um suspensezinho. "Scream Queens" já foi renovada para a segunda temporada.


Quem mais curte seriados do gênero?