domingo, abril 24, 2016

[Filme] Austenland

Olá neblineiros (as)!!

Como estão?  Faz quase 1 mês que eu não apareço por aqui. Então para tirar o "pó", trago para vocês a resenha de um filme, um tanto quanto diferente sobre a nossa autora favorita Jane Austen.

Título Original: Austenland
Diretor: Jerusha Hess
Nacionalidade: Britânico
Duração: 1h 37 min

☁ ☁ ☁




Sinopse: Com mais de 30 anos de idade, Jane Hayes (Keri Russell) não consegue encontrar um namorado, porque nenhum homem lhe parece à altura de seu grande ídolo: o Sr. Darcy, personagem criado por Jane Austen no romance Orgulho e Preconceito. Um dia, ela decide gastar todas as suas economias e voar ao Reino Unido, onde existe um resort especializado em acolher as mulheres apaixonadas pelas histórias de Austen. Lá, ela descobre que o homem do seus sonhos pode se tornar uma realidade.

Eu não lembro exatamente como eu fiz a busca, mas devia estar procurando algo sobre Jane e no fim cheguei nesse filme. Deixando todos tristes, o filme não está disponível na Netflix. :(

Enfim, o filme nos trás a história de Jane uma garota que é apaixonada pelo universo criado pela autora inglesa e principalmente por Darcy, interpretado por Colin Firth na série de 1995. O fanatismo de Jane é tanto que a sua casa é tematizada com a era Vitoriana. Até que ela decide ir para Austenland e viver tudo aquilo que é retratado nos livros.



Quarto da Jane

Ao chegar lá, ela descobre que cada pessoa compra um pacote para vivenciar toda a experiencia Austen. E claro, que ela comprou a versão mais simples a tornando praticamente uma Bennet em relação as outras visitantes. Entre indas e vindas ela faz uma "amizade" colorida com Martin, porém Mr. Henrry Nobley trazendo vida para a história e agindo como um verdadeiro Mr. Darcy. 

Vamos, descobrindo o motivo de todo o Resort, e Jane descobre que não existe nenhum Mr. Darcy e nem homem perfeito. 

Contanto um pouquinho de Spoilers, ela volta para os Estados Unidos e acaba com toda a Austenlização (essa palavra nem existe eu acho) da sua casa. O filme é uma ótima comédia, daquela típicas da seção da Tarde, afinal o filme foi lançado apenas para televisão, no final tudo acaba bem como nos livros da Jane. 

Abaixo, você pode conferir o trailer, e quem sabe assistir ao filme e me dizer o que achou.

Trailer


sábado, abril 23, 2016

[Livro] Não Olhe!

Promessa é dívida e aqui estou para trazer a resenha de "Não Olhe!" para vocês ;)

Este é segundo livro da série "Não Pare!" da brasileira FML Pepper. A resenha do primeiro livro, "Não Pare!" está AQUI.

ALERTA: Podem haver spoilers do primeiro livro e algunszinhos do segundo :x !!!! Confere aí o que eu achei:



Título Original: Não Olhe!
Autora: FML Peppers
Editora: Valentina
Páginas: 280
Ano: 2015

☁ ☁ 

Sinopse: Zyrk pode estar com as horas contadas: a híbrida acabou de cruzar o portal e o frágil equilíbrio entre os quatro clãs encontra-se definitivamente ameaçado. Há milênios forças ocultas espreitam, aguardando apenas o momento de emergir das sombras e mostrar seu poder. Fugir e sobreviver. Aceitar e lutar. Há muitos caminhos, mas qual deles seguir se a Morte possui várias faces? Nina acorda entre a vida e a morte na terceira dimensão, levada para a sombria Thron. Richard, o nada confiável resgatador de apaixonantes olhos azul-turquesa, luta contra sua própria natureza. Cruel e sanguinário, Rick está confuso e cada vez mais cercado por seus inimigos. Mesmo o melhor dos guerreiros, o mais temido e destemido, está protegido da força de um grande amor? Ele e a híbrida viajarão por toda Zyrk, e ela irá se deparar com um universo fantástico, um mundo violento, o plano da Morte. Lutando para se libertar de seus medos e determinada a encontrar seu caminho e sua identidade, Nina embarcará em uma jornada de descobertas arrasadoras, um percurso sem volta. Mas a garota das pupilas verticais descobrirá que as vontades do coração podem ser mais traiçoeiras que lendas ou maldições.

Bom gente, o que dizer? Por onde começar? Quando eu li "Não Pare!", o primeiro livro da série, eu já não tinha gostado tanto assim. Melhor dizendo, eu achava que o livro tinha potencial, mas que ele não havia sido suficientemente explorado.

Contudo, tive curiosidade para ver o desenrolar da história e se ela de fato iria se desenrolar. Infelizmente, não foi o que aconteceu.
Pra mim, continua confuso. As informações continuam sendo jogadas de um lado pro outro, de um jeito estranho, bem como os fatos que ocorrem. Com o primeiro livro, a leitura fluiu bem melhor, enquanto desta vez me encontrei querendo saber se ainda faltava muito pra terminar.

Não percebi quaisquer evolução dos personagens. Na verdade, eles começaram a me irritar de um jeito significativo. Richard, a morte mais poderosa de Zyrk, mais sanguinária, virou marionete na mão de Nina. O número de indas e vindas do casal foi exaustivo; se a Nina mudasse de ideia sobre a índole do rapaz dez vezes durante o capítulo, dez vezes Richard mudava junto com ela. Fora que ele pareceu mais um adolescente chato e volátil, tão influenciável quanto a própria Nina.

A Nina ficou mais difícil de engolir. Uma personagem bem confusa e imatura, também servia de cachorrinho pro Richard. Quando eu pensava que ela ia tomar uma atitude empoderada, a bichinha dava dez passos pra trás. Não consigo parar de pensar que a história seria outra se a Nina fosse mais madura.
Foi um desafio para o meu lado "feminista" também. Fomos apresentadas a uma outra cultura, a de Zyrk. Até aí tudo bem. Esta cultura, bem como fala no livro, é bem atrasada e as mulheres são tratadas como nada, praticamente, tendo apenas seu papel de parir, cuidar dos filhos e servir pro homem pegar quando voltar da missão. A minoria vira guerreira, mas é deixado claro que elas precisam compensar pela falta de força. Ok. Mentalizei "outra cultura" e continuei.

O que não deu pra engolir MESMO foi como Nina se sujeitou a essa cultura. Eis o motivo: Richard volta da missão, é recebido muito alegremente pelo seu clã, e é presenteado com quantas mulheres quiser. E ele flerta, beija, tem relação sexual, etc. Nina sabe disso tudo, vê algumas coisas; Nina sente ciúmes e não quer aceitar, mas aceita, porque ela o ama e teoricamente ele também. Daí somos presenteados com o seguinte trecho:

"Não posso negar que foi ótimo relembrar alguns detalhes do seu corpo, Tesouro. Podem me ajudar na hora H, quando a noite chegar..."

Tudo o que consegui pensar nessa hora foi: NÃO! TÁ ERRADO ISSO! NINA, FOGE QUE É CILADA, CÊ DÊ VALOR, FIA! E isso foi só um exemplo, tá? Mas não. Nina continuou babando em cima do Richard, justificando seu comportamento. Quando ela se aproximava de outro homem, por outro lado... Não preciso nem dizer do comportamento ciumento e "protetor de posse" do Richard né. Desculpa, gente, não deu pra engolir.

Em resumo: Nada evoluiu. Continuou confuso. Lerei o próximo porque é o último.

quinta-feira, abril 14, 2016

Dia do Beijo - Top 10

Olá, pessoal!

Bem, parece que ontem, 13 de abril, comemorou-se o dia do beijo. Espero que vocês tenham comemorado como deve ser, ou apenas que o dia tenha sido bom, mesmo sem beijar rs
Mas enfim, falando de dia do beijo, claro que esse post tratará disso. eis aqui algumas das cenas de beijos que mais gostamos:

Sugestões minhas:

Rony Weasley e Hermione Granger em Harry Potter e as Relíquias da Morte - parte 2

Potteriana que sou, a saga obviamente estaria nesse post. E, apesar de gostar de Harry e Gina como casal, o beijo retratado nas telonas deixou muito a desejar. Rony e Hermione levaram a melhor nessa cena.




Noah Calhoun e Allison Hamilton em Diário de Uma Paixão

É um filme que gosto muito, cujo livro comecei a ler, mas como não o tenho, não terminei. Enfim, o livro parece ser tão bom quanto o filme (e olha que meio que torço o nariz pro Nicholas...), que eu adoro.
É minha cena favorita do filme haha E, caso a série aconteça, espero que tenha também.




Magnus bane e Alec Lightwood em Shadowhunters

Apesar das mudanças em relação aos livros, a série baseada n'Os Instrumentos Mortais me conquistou de cara. O episódio piloto pode não ser tão uau, mas vai melhorando e estou ansiosa para a segunda temporada.
Apesar de adorar Simon e Isabelle, meu casal favorito da série é Magnus e Alec <3 O de muita gente, na verdade. Deve ser a atuação do Harry Shum jr (Magnuis) e do Matthew Daddario (Alec), que está sensacional! Eles encaixam nos personagens como uma luva haha

P.S: Foi a cena mais esperada da série HIAUHEUAIHE




Patrick Verona e Kat Stratford em 10 Coisas Que Odeio Em Você

Vocês sabiam que esse filme é baseado no livro A Megera Domada, do grande William Shakespeare? Pois é! Esse filme é tão fofo haha Nele, Cameron (Joseph Gordon-Levitt) é novo na escola e logo se apaixona por Bianca (Larisa Olenyk), mas ela é irmã de Kat (julia Stiles), uma garota meio difícil de se conviver rs E ainda: o pai delas só deixa Bianca namorar se Kat namorar, olhem só! Para ter uma chance, ele pede a Patrick (Heath Ledger), um cara meio bad boy, chamar Kat pra sair. É uma graça ver o Joseph tão novinho, magrinho, own <3 E dá uma saudade do Heath :(



Gleen e Maggie em The Walking Dead

Comecei a ver essa série recentemente e, devo dizer, me cativou, apesar do tema HAHA Como vocês sabem, The Walking Dead mostra o cotidiano de um grupo de pessoa após uma epidemia que transforma as pessoas em zumbis. entre essas pessoas temos Glenn (Steve Yeun), um ex-entregador de pizza, e Maggie (Lauren Cohan), que morava na fazenda do pai, Hershel.

Estou na terceira temporada, curiosa para ver o Governador e, posteriormente, Negan.



Amelia Pond e Rory Williams em Doctor Who

Aiai, saudades desse casal :(

A Mulher que Esperou e O Último Centurião. Companheiro do Décimo-primeiro Doutor (Matt Smith), Amy o encontrou pela primeira vez ainda criança, com ele recém-regenerado. ELe disse que voltaria em cinco minutos, mas demorou DOZE ANOSpara reencontrá-la. Tsctsc E a essa altura ela já estava com Rory. Apesar de viajar com o Doutor, Amy e Rory nunca se separaram, sempre ajudando um ao outro e ao Doutor, sempre unidos. Ela é minha companyon favorita!



Karniss Everdeen e Peeta Mellark em Jogos Vorazes

Uma série que gosto bastante. No país chamado Panen, atiga América do Norte, há um macabro reality show chamado Jogos Vorazes, que é um lembrete para a população sobre os chamados Dias Escuros, quando os distritos se rebelaram contra a Capital. Nos Jogos, cada distrito tem um casal entre 12 e 18 anos para lutarem numa arena até a morte, até ter apenas um vencedor. Katniss (Jeniffer Lawrence) se oferece por que sua irmã Prim (Willow Shields) foi escolhida. E junto com ela vai Peeta (Josh Hitcherson). Será que Katniss vai sobreviver? Será que Peeta terá sorte? Afinal, "são vinte e quatro jogadores e só um sai vivo".




Sugestão da Angélica:

Christian Grey e Anastacia Steele

Tenho preconceito com esse livro, admito. Não consigo entender por que Ana topou se submissa dessa forma. Mas enfim, não falo disso. Um dos casais mais quentes (rs) da literatura (sendo literatura erótica, não tinha como não ser), eis Ana e Chris :3




Jamie e Landon em Um Amor Pra Recordar

É uma adaptação do livro de mesmo nome do Nicholas, e é um outro filme que gosto, embora não tenha visto há um bom tempo haha
A história mostra o jovem Landon (Shane West) sendo condenado a participar de uma peça da escola após se envolver numa confusão. Nos ensaios, ele encontra Jamie, a filha do pastor, com quem nunca falou antes, apesar de estudarem na mesma escola.
Bem, sem muitos spoiler, se não perde a graça.




Sugestão de Talita

Will Turner e Elizabeth Swan em Piratas do Caribe: O Baú da Morte.

São filmes bem legais, não? Se bem que o quarto não tem esse casal, mas tudo bem. Enfim, a cada filme vemos uma aventura diferente do capitão do Pérola Negra, Jack Sparrow (Johnny Depp) e seu grupo de marujos. espero que a Kiera e o orlando (intérpretes de Beth e Will, estejam no quinto filme.

sábado, abril 02, 2016

[Série] Love

Como vão, pessoas lindas? Hoje eu venho aqui trazer uma resenha de série de tv para vocês. Confere aí :)


Diretor(es): Dave King, Dean Holland, Joe Swanberg, Michael Showalter
País: Estados Unidos
Ano: 2016

☁ ☁ ☁ 


Sinopse: Criada por Judd Apatow (Girls), Paul Rust (Arrested Development) e Lesley Afrin (Brooklyn Nine-Nine), Love é uma comédia romântica que conta a história de Gus, interpretado por Paul Rust ("Bastardos Inglórios") e Mickey, interpretada por Gillian Jacobs ("Community") em suas jornadas pelos prazeres e humilhações da intimidade, do comprometimento e de outras coisas que preferiam evitar.

"Love" é o tipo de série que com certeza não agradará a todos. Essa produção tem como objetivo ser uma comédia romântica. Existe comédia, mas não é daquelas que vai te fazer rolar no chão. Existe romance, porém definitivamente não é como aqueles clichês que estamos acostumados a ver e que secretamente adoramos. Ao olhar o poster da série, a primeira coisa que me veio a cabeça foi: "já sei de tudo. O cara estranho, geek e pouco bonito vai conseguir conquistar a mina gata que todo mundo quer" Mas vou te dizer, passa bem longe disso.

De fato, um de nossos protagonistas, Gus, é um rapaz com seus trinta e poucos anos, meio estranho e geek. Ele também é engraçadinho às vezes. A outra protagonista, Mickey, é uma mulher bonita que atrai muitos olhares. Porém, Gus é o que o pessoal lá de fora chama de "self conscious". Ele, praticamente toda hora, parece preocupado em como que as pessoas vão reagir ao que ele diz ou faz, o que deixa o personagem um tanto quanto irritante. Mickey, por sua vez, faz burrada atrás de burrada, comportamento destrutivo atrás de comportamento destrutivo. Ou seja, nosso clichê de romance bonitinho já não vai rolar.



O que eu mais gostei na série é que ela é muito natural, bem leve. Os personagens não são forçados, são na verdade bem reais, bem humanos; difícil não se identificar, sério. Eu me identifiquei muito com algumas coisas tanto do Gus quanto da Mickey. O enredo da série traz algo "cotidiano" mesmo, como se pudesse acontecer com a gente. Na verdade, eu acho que a série fala de diversos desastres amorosos que já passamos ou provavelmente iremos passar, e como temos uma certa parcela de culpa na história.

Está série tem o ritmo um tanto diferente do que já estamos acostumados, por isso acho que não agradará muitos. Acredito que algumas pessoas possam achar ela lenta, porém pra mim o ritmo foi perfeito, deixando as coisas mais naturais ainda.

A primeira temporada tem dez episódios que duram em média 30-40 minutos. A segunda temporada já foi confirmada (\o/) e estou ansiosíssima para saber o que vem por aí. Acredito que os roteiristas tem um desafio na mão de não deixá-la repetitiva.

Se você está afim de assistir uma série sobre romances desastrosos com protagonistas desastrosos, se joga em "Love". Repito, não espere uma comédia de rachar de rir, nem um romance para te deixar sonhando acordado.

sexta-feira, abril 01, 2016

[Livro] Olga

Olááá, pessoal!
como vocês devem saber, a cada mês temos o Desafio Literário, assim, o desse mês é resenhar um livro baseado em fatos reais.
Bem, não existem tantos livros assim. em geral eles são biografias, gêneros que não costumo ler. Mas a biografia que vou resenhar é bem bacana. quero dizer, é bem escrita, apesar da história ser triste.
A resenha é de Olga, da autoria de Fernando Moraes.



Sse você lembra das aulas de História, Olga Benário foi uma judia alemã que lutou ao lado de Luís Carlos Prestes na Intentona Comunista na década de 30. Mas bem antes de conhecer Prestes, ela já era uma guerreira. exilou-se na antiga URSS após participar de uma ação paramilitar libertando seu antigo namorado. É na URSS que ela conhece Preste e recebe a missão de escoltá-lo de volta ao Brasil. Devido a falsas identidades, precisavam fingir serem casados, mas...Acabaram se gostando de verdade.
Então, voltam ao Brasil para tentar implantar o comunismo aqui, o que resultou na Intentona Comunista, e deu errado, claro. Ainda mais no auge do Estado Novo, período mais conservador de Getúlio, onde comunistas eram incansavelmente caçados. E eles foram caçados, seus parceiros de luta barbaramente torturados e por fim foram encontrados e presos.
Bem, quem lembra sabe do final dessa história. Quem não lembra, sugiro ler o livro, assistir ao filme e pesquisar rs
Apesar de ser triste, o livro retrata a vida de Olga, pelo menos da juventude a sua "volta" pra Alemanha de forma que parece que a acompanhamos. É narrado em terceira pessoa e na edição que li tinha algumas fotos. Olga foi uma mulher interessante de ser conhecer. Punha a cara a tapa e arriscava a vida para tentar mudar seu país para melhor, era independente, inteligente e acho que hoje em dia seria feminista. Será?

Bem, sua história e a história ade Carlos foram importantes para nossa história. A intentona Comunista, a Aliança Nacional Libertadora, Estado Novo, tudo influenciou o Brasil de hoje, a Alemanha naquela época influenciou a de hoje... enfim, fatos passados levam aos de hoje e o deles vale a pena conhecer.